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O Fim do Islamismo!

(...E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. - I João 5:20)

Acessos:

Obsessão Islâmica (Parte 1)

 

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A Covardia do Islamismo!

 

O "deus" Assassino do Islã!

Islamismo: Covardes e Assassinos
 

O Maior Falso Profeta da História

 
May 10

Islamismo é envergonhado por Jesus no Egito!

Noticia que está abalando o Egito

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê nao pereça, mas tenha a vida eterna." Jo 3.16
Data: Quarta, 24 de setembro de 2008, 6:22 Um Milagre Recente no Egito
Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade.
As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu. Quando foram enterra-la, encontraram as duas crianças sob a areia - E VIVAS!
O país ficou em choque e o homem será executado. Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: 'Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã'.
Ela foi entrevistada no Egito numa Tv nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto.
Ela disse na Tv pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'
Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Mas também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro.
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!
Como o Egito está bem no centro da mídia e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente.
Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas pro ar!
February 14

O Ódio Muçulmano!

Recebi este e-mail do rabino Shulam e decidi traduzir para vocês. Tenho pregado nos últimos 7 anos que o mundo que conhecemos está prestes a sofrer uma mudança irremediável, caso os justos deste planeta não acordem para o perigo eminente. O Islamismo está, aos poucos, dominando as principais potencias econômicas do nosso planeta. Inglaterra e França já sucumbiram, agora é a vez dos EUA e do restante da Europa. Esta religião do ódio e da intolerância representa uma ameaça aos valores judaico/cristãos e ao estilo de vida conforme a Torá. Vejam que interessante e surpreendam-se!

Mensagem Rabino Shulam:

A palavra “Shalom” é uma palavra muito importante. Precisamos da ajuda do Eterno para que possamos ser agentes de PAZ entre o seu povo. No entanto, até que um milagre aconteça, todos devemos estar preparados para o que estas pessoas estão planejando contra nós. Não sejamos como em 1930 na Europa, quando estávamos em sono profundo e não acreditando no que nossos inimigos estavam nos prometendo. Pelo menos, vamos despertar em nós o espírito do Rei Davi e lutar contra este “gigante” no nome do Deus de Israel!

Imagens de Londres – muito mais que aterrorizantes...

Você pode imaginar uma demonstração cristã ou judaica contra o islamismo, acontecendo no centro de Bagdá? Veja as fotos abaixo e decida como você realmente se sente em relação ao futuro do mundo Ocidental.

Estas são fotos de muçulmanos em marcha pelas ruas de Londres durante sua recente “Demonstração da Religião da PAZ”.



"Assassinem os que insultam o Islamismo"; "A Europa pagará! A demolição está a caminho!";


"Os que insultam ao Islamismo devem ser decaptados!"

"A Europa é o câncer, o Islamismo é a cura"!


"O Islamismo dominará o mundo!"

"Liberdade: vá para o inferno!"


"A Europa pagará: Teu 11 de setembro está a caminho!"

"Estejam preparados para o verdadeiro Holocausto!"

Por que deveríamos nos preocupar com muçulmanos tão “pacíficos” como estes? Todos devem saber o que realmente planeja o Islamismo para o mundo. Divulgue esta mensagem para todos.

Quem tem ouvidos para ouvir OUÇA! As fotos falam por mil palavras!

MZandona


January 03

Diferenças Irreconciliáveis Entre o Cristianismo e o Islamismo

Elwood McQuaid

No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: "Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou [...]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção".

O pai os repudiou. "Poderia ter sido pior" – escreveram eles – "De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos". Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.

Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

Maomé versus Jesus

Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um "medo mortal" da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.

Os Caner escrevem: "As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? [...] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios".

Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, "um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro [...]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas" – declararam os Caner. "Maomé era desumano na batalha [...]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo".

Os Caner continuam:

Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.

Maomé "raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação". Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: "...matai os idólatras onde quer que os encontreis" (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse "guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro..." (sura 5.33).

Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: "O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa" – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.

Lutar até a morte

"vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos"
(sura 9.123).

O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:

"Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas" (sura 4.74).

"Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz" (sura 4.76).

"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (sura 9.5)

"Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles..." (sura 9.14).

"Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo" (9.29).

"Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão" (sura 9.88).

 

Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: "O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa"

"vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (sura 9.123).

"Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa" (sura 47.4).

"Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semellhantes a uma parede bem construída" (sura 61.4).

"Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras" (sura 61.9).

Realmente, estão bem claras as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islã! (Israel My Glory - Elwood McQuaid - http://www.beth-shalom.com.br)

Elwood McQuaid é editor-chefe de "The Friends of Israel".Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, janeiro de 2004.

Enterro de Evangélico ex-muçulmano transforma-se em ato de fé

Membros de uma seita de Bangladesh tentaram intimidar parentes e amigos de Aminur Rahman, um ex- muçulmano de 60 anos que morreu de causas naturais, a ser enterrado de acordo com as tradições islâmicas.

Aminur Rahman se converteu ao cristianismo e há três anos vinha implantando igrejas ligadas à Igreja Presbiteriana de Bangladesh (PCB). Ele já estava sofrendo de um coração fraco e pressão alta. Era conhecido por sua dedicação e entusiasmo no ministério apesar da condição fraca de saúde.

Um grupo formado por cinco membros da Igreja Presbiteriana de Bangladesh tentou visitar a família dele na manhã de 3 de março. No entanto, no caminho para a aldeia de Madargonj, no distrito de Melandaha, recebeu ameaças por telefone de alguns membros da seita.

"Eles disseram que nós todos morreríamos antes do corpo de Aminur ser enterrado", de acordo com o relato de uma das pessoas feito a um integrante da Portas Abertas.

A família dele foi ameaçada de expulsão da aldeia e recebeu ameaças de que a casa seria queimada a menos que o enterro de Aminur fosse realizado de acordo com as tradições islâmicas.

Multidão exige enterro islâmico

Uma multidão com cerca de 10 mil pessoas já havia se juntado antes que o grupo da igreja chegasse à casa de Aminur. O líder do grupo e um pastor de outro distrito se juntaram em oração.

Cerca de 60 motocicletas foram estacionadas ao lado da casa de Aminur. De dentro do lar da família cristã ouviam-se gritos e mais gritos. Apesar da oposição dos membros da seita para que Liton, o filho de Aminur, enterrasse o pai como um muçulmano, o rapaz insistia que o pai seria enterrado como cristão.

Uma sepultura foi cavada em um canto do lote. Os cristãos começaram a orar e cantar. Vendo a situação, os muçulmanos locais foram simplesmente ficando quietos. Uma parte partiu, outra acompanhou a cerimônia em silêncio e nesse momento os que ficaram tiveram a oportunidade de aprender sobre o ministério cristão de Aminur.

Intervenção divina

Milagrosamente, considerando que o grupo da igreja havia recebido ameaças antes da visita, nada negativo aconteceu. Muito pelo contrário. A equipe orou e pregou a palavra de Deus durante todo o ritual do enterro.

"Estou encantado com o modo como Deus me usou para orar e falar do evangelho na frente de uma multidão enorme e inicialmente raivosa. Não tive nenhum medo por causa de Deus e das orações dos irmãos. Minha esposa estava ao lado de mim e me fortaleceu", contou o líder do grupo, emocionado.

"Antes de deixar minha casa, orei para que Deus nos protegesse e para que nada acontecesse a qualquer um de nós. E Ele respondeu a nossa oração. Eu vi como Deus proveu meu marido com as palavras sábias no momento certo", contou a esposa do líder do grupo.

A morte de Aminur incentivou mais cristãos em Madargonj. "Os crentes ficaram mais visíveis. Eles apoiaram a família fortemente (que decidiu pelo enterro cristão a despeito das conseqüências). Uma pessoa presente disse que quando morrer, também deseja ser enterrado como um cristão", contou o líder.

Aminur não tinha medo de expor sua fé. Em 2007, batizou 30 ex-muçulmanos. Ele morreu às 10h30 do dia 2 de março, deixando a esposa dois filhos e uma filha.

A Igreja Presbiteriana de Bangladesh pede nossas orações pelo fortalecimento da igreja em Madargonj agora que o pastor deles, Aminur Rahman, foi para junto do Senhor.

Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte:
Missão Portas Abertas

A Desgraça Islã

Quando se alerta a respeito do islã, ou sobre quaisquer outros ensinos ou crenças, isso naturalmente não representa discriminação de pessoas ligadas a essas religiões ou incitação contra elas. O que se apresenta são discordâncias com doutrinas e idéias e não ataques a seus seguidores. Ao mesmo tempo em que apontamos as diferenças entre as afirmações bíblicas e o que as religiões ensinam, devemos levar aos seus adeptos a mensagem de que Deus os amou de tal maneira que deu Seu Filho unigênito (Jo 3.16) para livrá-los do caminho da morte.

O islamismo na mídia

Como foram cometidos alguns excessos contra muçulmanos após os atentados nos EUA, está havendo um esforço para apresentar o islamismo positivamente na mídia. Até mesmo o presidente americano George W. Bush visitou uma mesquita e afirmou: “Islã é paz!” Isso, entretanto, não é verdade. Enquanto o islã exige tolerância total e nenhuma discriminação no Ocidente, seus representantes nunca falam que nos países islâmicos não há tolerância para com os cristãos.

A realidade do islã

É importante saber o que o islã realmente representa. Seguem alguns trechos esclarecedores de uma entrevista do historiador inglês Paul Johnson à revista “Veja”:

VEJA:...muitos estudiosos têm lembrado nos últimos dias que a religião islâmica prega a paz e a convivência entre os povos.

Johnson – Sim. Há ensinamentos de paz no islamismo, mas eles não compõem o coração da doutrina. A palavra “Islã” não significa paz, mas “submissão”. Basta ler o Corão. A sura 9, versículo 5, decreta: “Matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os, e cercai-os e usai de emboscadas contra eles”. E mais adiante o livro insiste que nações, não importa quão poderosas, deverão ser combatidas “até que abracem o Islã”. Essa é a vertente central, ortodoxa do islamismo. Paz não é uma palavra que se possa encaixar facilmente nessa forma de pensamento. Estamos falando de uma religião imperialista, que parte da premissa de que deve espalhar-se pela força, se necessário.

Na Indonésia, por exemplo, muitos não-muçulmanos são confrontados hoje com uma escolha absurda: converter-se ou morrer. Como contraste, gostaria de citar o exemplo dos Estados Unidos. Eles são de longe o país mais religioso do Ocidente – e não uma sociedade puramente materialista, como costumam dizer seus críticos. A diferença é que lá a religião é uma escolha voluntária. (Veja, 26/9/2001, p. 12).

Certamente também é útil ler o seguinte artigo que publicamos na edição de julho/2001 da revista "Notícias de Israel":

Ameaça islâmica

Bin Laden e os palestinos

Especialistas israelenses em terrorismo disseram que centenas de árabes muçulmanos, inclusive palestinos, estão aprendendo técnicas terroristas nos campos organizados por Osama Bin Laden, o suspeito de terrorismo mais procurado pelos Estados Unidos. Para os repórteres, esses pesquisadores afirmaram temer que o atual levante palestino possa ir além de uma luta por um Estado para se tornar uma "guerra santa". Yoram Schweitzer, do Instituto de Política Internacional para Contraterrorismo, sugeriu que os que estão voltando de campos no Afeganistão e na Chechênia estariam planejando uma campanha de terror. "Eles vêem na disputa nacional uma boa chance de transformar esta numa confrontação religiosa", afirmou.

Os palestinos chamam o atual levante de "Intifada de Al Aqsa", referindo-se à mesquita no Monte do Templo, em Jerusalém, reivindicados tanto pelos árabes como pelos judeus. O nome, afirma Schweitzer, dá abertura para os fundamentalistas. O cientista político palestino Ghassan Khatib concorda que elementos religiosos estão tentando dar um outro sentido ao conflito. "O colapso dos esforços de paz e a contínua ocupação israelense da Cisjordânia e Faixa de Gaza fortalecem os fundamentalistas", ressaltou. Outro destacado especialista do instituto em Herzliya, Ely Karmon, disse que a meta estratégica do Hamas (um dos braços armados dos fundamentalistas) é destruir Israel pela luta armada e transformar o novo Estado em um Estado islâmico (Correio do Povo, 20/6/2001).

Na verdade, essas afirmações não deveriam ser novidade para ninguém, mas parece que grande parte do mundo ocidental não compreende o que há por trás do conflito em Israel. Até mesmo muitos evangélicos, que deveriam ter discernimento através do conhecimento das profecias bíblicas, não conseguem avaliar corretamente o que está em jogo. Por isso, é útil ler o que Dave Hunt diz no livro "Jerusalém – Um Cálice de Tontear":

O Islã está envolvido numa guerra santa para obter o controle do mundo! Essa guerra foi iniciada pelo próprio Maomé no século VII, e continua a ser executada hoje por seus seguidores fiéis por meio do terrorismo. Esses terroristas não são radicais ou extremistas, como os meios de comunicação constantemente os rotulam. São, antes, fundamentalistas islâmicos fiéis à sua religião e aos ensinos do Corão, seguindo fielmente as pegadas de seu grande profeta, Maomé. Como um ex-muçulmano e erudito islâmico afirmou:

"Nunca devemos imaginar que tais muçulmanos estejam sendo desnecessariamente perversos. Eles estão simplesmente sendo fiéis à sua religião. A atitude que um bom muçulmano deveria ter para com um judeu ou um cristão não é segredo para ninguém. Na verdade, muito do incitamento à violência e à guerra em todo o Corão é dirigido contra os judeus e os cristãos que rejeitaram o que pensavam ser o estranho deus que Maomé tentava pregar."

Numa tentativa esquizofrênica de negar a verdade, muitos muçulmanos, especialmente os que exercem liderança civil, insistem que o Islã é uma religião pacífica. No entanto, o terrorismo dirigido contra nações árabes com o fim de pressioná-las a adotar a lei islâmica está em perfeito acordo com as táticas que o próprio Maomé empregou para forçar a obediência ao Corão... a violência e o terrorismo têm sido os meios de expandir o Islã desde o princípio, com Maomé e seus sucessores. Esse é o ensino do Corão. Os ensinos do Islã, na verdade, inspiram o terrorismo árabe ao redor do mundo... Os atentados à bomba e os assassinatos vêm de uma motivação religiosa genuína: a destruição de Israel e a sujeição final de todo o mundo à lei islâmica...

Eis aí uma fraternidade de assassinos! Que "deus" abençoaria o terrorismo e a matança de inocentes? Os terroristas islâmicos acreditam estar seguindo as instruções, e ter as bênçãos de Alá. É essa fé que dá aos terroristas islâmicos tamanho zelo e os faz dispostos a sacrificar as próprias vidas pela causa da conquista do mundo pelo Islã. Na verdade, o massacre de inocentes é uma prática honrada no Islã. Em sua guerra contra o Iraque, a República Islâmica do Irã, sob a orientação dos líderes religiosos, limpou campos minados utilizando milhares de garotos de escolas primárias para andar à frente das tropas e dos tanques... Tal sacrifício fanático de vidas é considerado a mais alta façanha no Islã. Como explicou o aiatolá Khomeini: "A mais pura alegria do Islã é matar ou morrer por Alá." Ambas as opções trazem consigo a promessa do paraíso... Para a mente ocidental é impensável que "Deus" pudesse encorajar tal massacre. Para o muçulmano, todavia, violência e derramamento de sangue são a expressão máxima da religião e o caminho seguro para a recompensa eterna...

Não é por acaso que grande parte do terrorismo internacional seja praticado por muçulmanos, nem é estranho que eles não sintam quaisquer remorsos pelo assassinato de mulheres e crianças inocentes. Afinal, todas as vítimas são vistas como infiéis. Também não pode ser negado que é o Corão que dá a um jovem muçulmano a coragem de amarrar uma bomba a seu próprio corpo e detoná-la para matar judeus em Israel. Tal ato, infame por qualquer outro padrão, conquista para o muçulmano a mais alta recompensa no céu...

O fundamentalismo islâmico está em alta em todo o Oriente Médio. Alcança até mesmo o Ocidente, onde o islamismo é a religião que cresce mais depressa. Suas mesquitas estão sendo construídas em número crescente por toda a Europa, Estados Unidos [e outros continentes]...Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2001.

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo

Ergun Caner

Você nunca leu uma história como esta                                                                            

Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os "pontos de discordância" eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:

Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?

Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a responder.

Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: "Bem, com relação à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto... no que se refere ao conflito entre palestinos e israelenses... acho que devemos permanecer... neutros".

Bem-vindo ao nosso mundo!

"Abrindo o jogo"

Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores. Em todo caso, decidi contá-la, e "seja o que Deus quiser". Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível segredinho.

A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam (O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o país.

Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro, um manual de referência de um milhão de palavras que será o primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão. Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso basta para mostrar quanto gostamos de escrever.

Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e orei a respeito durante semanas.

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente, deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos. Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.

Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo] de origem muçulmana.

Finalmente, decidi "me expor" na revista Israel My Glory. Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.

Um ódio residual

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas Escrituras.

Crianças em uma madrassa.

Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu, ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê? Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém, desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este é o nosso segredinho terrível.

Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas) que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica. Para nós, eles eram os "porcos" e "cães" que tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.

Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo, convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados, presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.

No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando o Antigo Testamento.

Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei. "Antigo Testamento" – resmunguei – "Jesus acabou com isso". Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a constante repetição do refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José. Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão... Ismael... Jesus... Maomé.

No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações (Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.

Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.

Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. "E o prêmio vai para"... os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir cultos de judeus messiânicos.

Então, lentamente... muito lentamente... comecei a amar os judeus com o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles. Eles são os escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.

Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos, e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente, estávamos errados.

O mito da substituição

Pouco depois que apareci no programa de TV de Zola Levitt pela primeira vez, recebi uma enxurrada de e-mails de muçulmanos furiosos. Eu já esperava por isso. O que eu não esperava era um número tão grande de e-mails indignados vindos de cristãos anglo-saxões. "Meu caro irmão em Cristo" – escreviam eles – "a Igreja substituiu Israel!".

Um dia, depois de uma reunião, um ex-muçulmano, que na época pastoreava uma comunidade cristã egípcia, me chamou num canto e disse: "Você está prejudicando seu testemunho, meu amigo". Sua repreensão não muito amigável continuou: "As alianças de Deus com Israel através de Abraão, Davi e Ezequiel eram condicionais. Ele veio para os Seus, mas eles O rejeitaram. A Igreja agora é o novo Israel".

Depois disso, ele me indicou vários livros evangélicos para provar seu argumento. Comecei a ler esses estudos teológicos e sei que você, caro leitor, tem muitos deles em sua estante. Seus autores são protestantes reformados, escritores evangélicos e até pregadores muito conhecidos no rádio e na televisão. Todos eles diziam a mesma coisa: Israel foi substituído pela Igreja.

Bem, agora, vinte anos depois, permitam-me ser enfático, para que não haja nenhum mal-entendido:

A aliança de Deus com Israel foi incondicional. Israel continua sendo a nação escolhida por Deus.

Embora os judeus sejam, em termos bíblicos, um povo "teimoso" e de "dura cerviz", Deus não os abandonou. Qualquer outro ensino é anti-bíblico, ímpio, racista e anti-semita. Não me importa o quanto esses autores sejam respeitados nem o que isso vai me custar, em termos de amizades. Eu não posso abandonar o povo de Deus nem mudar o plano divino. Romanos 9 a 11 ainda fazem parte da Bíblia.

O mito da Palestina

Atualmente, os conflitos sobre a posse de Jerusalém estão todos os dias no noticiário. Diariamente, vemos bombas e balas voando para todos os lados, enquanto ressoa uma luta que já dura cinqüenta anos. E eu pergunto: "Onde está a voz dos cristãos?" Infelizmente, muitos estão emudecidos pelo resíduo do ódio a Israel que trazem em seu coração.

Já perdi a conta de quantas vezes Emir e eu pedimos que outros ex-muçulmanos nos mostrassem onde fica a "Palestina" no mapa. Perguntamos também quando foi que os palestinos tiveram um governo estabelecido, uma capital, uma embaixada?

"Jerusalém é a eterna
e indivisível Cidade de Deus".

É claro que a resposta é "nunca". O conceito de um país chamado "Palestina" só surgiu depois que Israel se tornou uma nação. Trata-se de um país inteiramente hipotético, baseado não numa origem étnica comum, mas sim num ódio comum a Israel. Conforme ilustrei no início deste artigo, nossos colegas árabes e persas têm encontrado companheiros entre os teólogos ocidentais que adotaram todo um esquema teológico e escatológico baseado nesse ódio comum. Meu irmão e eu estamos agora na irônica posição de sermos ex-muçulmanos e turcos persas defendendo Israel contra cristãos anglo-saxões e europeus de raça branca. Que mundo estranho!

Concordo com o ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu: "Jerusalém é a eterna e indivisível Cidade de Deus". Esperamos, um dia, encontrá-lo e dizer-lhe isso.

O mito de Alá

Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra "Alá". Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o movimento "Alá-leuia", em que os missionários estão usando a palavra árabe "Alá" para proclamar o Evangelho. Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.

Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.

Em todos os debates de que participamos em universidades e entre colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um ulema muçulmano que acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus. Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas de Baal (que também eram monoteístas).

Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por que ele continuava usando o termo "Alá" quando orava, e ele me respondeu baixinho: "Eu não consigo me convencer a usar os nomes hebraicos, sabe?"

Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.

Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição, a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso segredinho terrível foi revelado.

Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da substituição sempre que necessário.

Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento. Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa agora. (Israel My Glory - Ergun Caner - http://www.beth-shalom.com.br/)

O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, janeiro de 2005.

Os Paralelos entre Hitler e o Islamismo

 

O linguajar de Arafat denuncia que ele está possuído pelo mesmo espírito que dominava Hitler e seus predecessores, pois todos eles queriam aniquilar os judeus.

Faraó ou Nabucodonosor, Hamã ou Tito, os cavaleiros das Cruzadas ou a Inquisição espanhola, Hitler ou os palestinos de Arafat, todos eles eram ou são dominados pelo mesmo espírito, que queria e continua querendo destruir o povo judeu. Todos os adversários de Israel são igualmente adversários de Deus: "Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça. Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos. Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel" (Sl 83.2-4).

Não está em jogo apenas a existência de um povo mas o cumprimento de promessas divinas. Deus, porém, vela para que tudo se realize exatamente como Ele jurou, pois disse a Israel: "não é por causa da tua justiça, nem pela retitude do teu coração que entras a possuir a sua terra, mas... para confirmar a palavra que o Senhor, teu Deus, jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó" (Dt 9.5).

Cada ser humano tem impressões digitais únicas e seu DNA é pessoal e inconfundível. Igualmente inconfundível é a maneira de agir do adversário de Deus, que costuma atacar sempre os escolhidos do Senhor para que seja rompida a aliança que Ele firmou com Israel. Mas até à eternidade Deus jamais permitirá que isso aconteça: "Subiu o Anjo do Senhor de Gilgal a Boquim e disse: do Egito vos fiz subir e vos trouxe à terra que, sob juramento, havia prometido a vossos pais. Eu disse: nunca invalidarei a minha promessa" (Jz 2.1).

"Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça. Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos. Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel" (Sl 83.2-4). Na foto: Silvan Shalom, o ministro do Exterior israelense, deposita uma coroa de flores diante de uma sinagoga destruída por um atentado na Turquia.

Os israelenses são acusados de exagero ao equipararem o ódio de Arafat por Israel com o ódio que Hitler extravasou ao perseguir os judeus. Porém, aqueles que ainda se lembram do alarido da propaganda nazista, como os sobreviventes do Holocausto, constatam que a incitação islâmica contra os judeus realmente deixa transparecer o espírito de Hitler. O linguajar de Arafat denuncia que ele está possuído pelo mesmo espírito que dominava Hitler e seus predecessores, pois todos eles queriam aniquilar os judeus:

  • Hitler atribuía a fonte de sua perseguição aos judeus à "providência" – Arafat diz que Alá o comissionou a "lançar os judeus ao mar".
  • Em seu livro "Mein Kampf" ("Minha Luta"), Hitler previu o aniquilamento total dos judeus – o Corão conclama à guerra santa contra todos os não-muçulmanos. O lema dos muçulmanos é: "No sábado matamos os judeus e no domingo matamos os cristãos".
  • Hitler afirmava que a Bíblia era um lôgro judeu – os muçulmanos dizem que a Bíblia é uma falsificação e que o Corão é mais antigo que a Bíblia.
  • Hitler, sendo solteiro, declarava que sua noiva era a Alemanha – Arafat afirma que sua noiva é a Palestina.
  • Hitler almejava o domínio mundial – o islã tenta conseguir o domínio do mundo através do terrorismo e da guerra santa.
  • Hitler exaltava o povo alemão como raça de senhores – os muçulmanos declaram ser "filhos do Sol".
  • Hitler afirmava que os não-arianos eram pessoas de segunda classe – para os islâmicos, todos os não-muçulmanos ("dhimmis") são pessoas de segunda classe.
  • A incitação islâmica contra os judeus realmente deixa transparecer o espírito de Hitler. Na foto: prisioneiros palestinos libertados por Israel.

    Hitler atiçava a SS e a SA contra os judeus – os muçulmanos incitam o Hesbolá, a Jihad Islâmica, o Hamas e as Brigadas dos Mártires de al-Aqsa contra Israel.
  • Hitler conseguiu levar os "cristãos alemães" a colaborarem com ele – o islã infiltrou-se no Ocidente de tal forma que muitas igrejas minimizam as barbáries praticadas pelos muçulmanos, estimulando-os a continuarem lutando contra Israel.
  • Hitler conclamava os alemães: "Não comprem nada de judeus!" – os árabes conclamam a comunidade mundial a boicotar os produtos israelenses.
  • Hitler apregoava: "Os judeus são nossa desgraça!" – os muçulmanos difundem a mensagem de que a paz só reinará no mundo quando não existir mais o Estado de Israel.
  • Hitler ensinava: "Jesus era ariano!" – os muçulmanos dizem que Jesus foi palestino, ou seja, árabe.
  • Hitler mandou queimar os livros que, em sua opinião, eram pró-judeus – os muçulmanos queimaram as publicações que tratavam de Israel.
  • Na "Kristallnacht" ("Noite dos Cristais") Hitler incendiou as sinagogas – os muçulmanos destruíram 58 sinagogas apenas na Cidade Velha de Jerusalém.
  • Hitler proclamou a "guerra total" – em 11 de setembro de 2001 a tropa-de-choque do islã declarou guerra ao resto do mundo.
  • Quando Hitler percebeu que tinha perdido a guerra, enviou crianças ao front – os muçulmanos do Hamas enviam crianças palestinas para morrerem como terroristas-suicidas.

Esses exemplos demonstram claramente que as fontes que fomentam o ódio islâmico por Israel são as mesmas que alimentaram Hitler e os demais anti-semitas durante toda a história. Eles não foram apenas inimigos de Israel mas inimigos de Deus. (Ludwig Schneider, israel heute - http://www.beth-shalom.com.br/)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 2004.

IRÃ MATA COVARDEMENTE EX-ISLÂMICO E HERÓI DE GUERRA CONVERTIDO AO EVANGELHO DO SENHOR JESUS CRISTO

Veterano de guerra se converte ao Evangelho e é morto após espancamento

IRÃ (3º) - Um casal cristão iraniano com cerca de 60 anos de idade morreu depois que a polícia secreta invadiu o culto em uma igreja doméstica realizado na casa deles, em Isfahan, e os espancou violentamente. Abbas Amiri era um herói de guerra e um ex-muçulmano devoto. A esposa dele, Sakineh Rahnama, também não resistiu aos ferimentos.

A polícia bateu e prendeu Abbas Amiri no dia 17 de julho, junto com outros sete homens, além de seis mulheres e dois menores que estavam assistindo ao culto. O anfitrião morreu em um hospital no dia 30 de julho em decorrência dos ferimentos causados pelo espancamento. A esposa dele, Sakineh Rahnama, morreu no domingo, 3 de agosto.

A violência praticada contra Amiri se intensificou depois que os policiais descobriram que antes dele ter se tornado cristão ele tinha levado um grupo de peregrinos para Meca, uma prática requerida a todos os muçulmanos devotos pelo menos uma vez na vida.

De acordo com a Rede de Notícias Cristã Farsi (FCNN, sigla em inglês), ele também foi um veterano da Guerra Irã-Iraque e era uma fonte de orgulho nacional iraniano. Por isso a conversão dele enfureceu ainda mais a polícia. Todas as pessoas que estavam na casa dele, incluindo dois menores, foram presas.

Três dias antes da morte dele, Abbas Amiri foi transferido para o Hospital de Sharieti, em Isfahan. Membros da família que o viram disseram que o tórax dele foi severamente afundado e acreditam que essa tenha sido a causa da morte dele.

Abbas Amiri foi enterrado no dia seguinte à morte dele em um cemitério em sua cidade natal, Masjid-Soleiman, localizado perto da fronteira do Irã e Iraque, no dia 31 de julho.

Estuprada e Torturada a Cristã e Ex-Muçulmana Zainab Said Abdel-Aziz

EGITO (19º) - Martha Samuel, ex-muçulmana egípcia que se converteu há cinco anos, foi detida no aeroporto do Cairo em 17 de dezembro. Ela, seu marido e dois filhos (de 4 e 2 anos de idade), embarcavam para a Rússia.

O nome de Martha estava na lista de pessoas proibidas de deixar o país.

Há informações de que Martha Samuel sofreu abuso sexual por parte da polícia de El-Nozha e também das forças de segurança do Escritório de Segurança Nacional de Heliópolis.

Ela foi agredida e torturada na tentativa de fazê-la voltar ao islamismo. A polícia prometeu libertá-la se ela voltasse ao islã.

Martha e seus filhos estão detidos. Eles foram transferidos do Escritório de Segurança Nacional de Heliópolis para a prisão de Al-Qanater.

As crianças não estão recebendo alimentos “deliberadamente”, a fim de pressionar Martha a abandonar o cristianismo.

Fadl Thabet, marido de Martha, foi levado ao Escritório de Segurança Nacional de
Alexandria.

Martha tentava viajar para a Rússia usando um passaporte com seu nome cristão. Enquanto muçulmana, ela se chamava Zainab Said Abdel-Aziz.

Dessa forma, ela fugiria da perseguição por partes das autoridades egípcias e de sua própria família, que tem tentado matá-la desde a sua conversão.


Tradução: Daila Fanny

Fonte: ANS

O Céu islâmico é apenas um bordel (O Alcorão é uma revista pornográfica!)

Quem busca nas religiões do mundo uma visão da eternidade no céu está apenas se lançando numa aventura sem esperança. O Cristianismo Bíblico é a única religião verdadeira, a única a oferecer uma vida feliz e digna neste mundo, com a esperança de uma gloriosa eternidade junto ao nosso Criador.

“Para a liberdade Cristo nos libertou” (Gálatas 5:1) e devemos dar conta de nossos atos somente ao Pai Celestial, o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o qual veio ao mundo para nos dar uma eterna garantia de salvação. Quem segue os ensinamentos da Palavra de Deus, que é a Verdade, ou seja, o próprio VERBO entregue em letras, (na língua de cada povo que O tem buscado), está andando na estrada certa, rumo à felicidade eterna. Todas as demais religiões do mundo mostram sinais de que foram criadas por mentes falhas, sem nenhuma garantia significativa e concreta de vida feliz na eternidade.

A mais cruel e triste de todas essas religiões é o Islamismo. Conquanto muitos líderes políticos e religiosos teimem em afirmar que o Islamismo é do bem e que Alá é o mesmo Deus dos judeus e cristãos, os fatos têm comprovado ser esta uma afirmação totalmente falsa. A falsidade do Islamismo pode ser facilmente comprovada pela sua visão do céu.

Vamos dar uma olhada na teologia islâmica sobre o céu. Ele é apenas um bordel, onde as mulheres passam a eternidade servindo como escravas sexuais aos que mataram, em vida, muito “infiéis”, principalmente judeus e cristãos. Uma mulher que abraça a religião de Alá deve ser totalmente ignorante do destino que a aguarda, após a morte, conforme a teologia islâmica. Por que iria ela desejar o posto de “esposa” entre as setenta e duas virgens, às quais o marido tem direito, no céu islâmico?

O falso profeta Maomé descreveu esse quadro da seguinte maneira: “A menor recompensa para os fiéis, que chegam ao paraíso, é uma habitação, onde 80.000 servos e 72 esposas, estão ao seu serviço. Essa habitação é decorada com pérolas, rubis, águas marinhas e rubis, numa extensão que vai de Al-Jabiyyat até Damasco” (Al-Rahman, conforme interpretado por Ibn Kathir, falecido em 1373).

Vamos citar, resumidamente, algumas promessas do Alcorão:

“Quanto aos justos, de certo eles triunfarão. Deles serão jardins e vinhedos, e virgens de busto volumoso, para serem suas companhias, numa taça de prazer realmente transbordante. Eles se sentarão com belas virgens de olhos negros, tão castas como ostras guardadas na concha. Sim, eles se casarão com essas virgens lindas. Eles se deitarão com essas belas virgens, com as quais se casarão, em macios divãs sobre rodas. Essas virgens serão tão preciosas como corais e rubis. Então, qual outro prazer o Senhor poderia recusar-lhes? Não só vão existir virgens em quantidade abundante, como também jovens moços, ávidos de serem devorados em deleites sexuais... Jovens de perpétuo frescor...”

Pelo visto, o bordel muçulmano inclui o mais abjeto pecado humano, que é o abuso de garotos adolescentes. Isso porque resumimos ao máximo as promessas descritas no Alcorão, a fim de poupar as inocentes mentes cristãs. Na Hadith, Maomé se estende, falando de virgens e garotos, promovendo um livre mercado sexual no paraíso islâmico. Bem ao gosto dos beduínos rudes e ignorantes.

O único provável mentor de tanta baixaria só poderia ser o príncipe das trevas, o anjo decaído, blasfemo e pornográfico, cujo nome é Lúcifer. O famoso cantor Michael Jackson acaba de se “converter” a esta religião. Mas, por que não? Ele foi acusado de abusar de garotos, em seu luxuoso apartamento, nos Estados Unidos. Portanto, as promessas do Alcorão vêm a calhar com a sua mente corrompida pela fama, pela ânsia de prazer e pela vocação às esferas luciferianas.

Quando nos detemos a comparar o céu islâmico com o céu criado para os filhos de Deus (angelicais e humanos), o qual é apresentado do Gênesis até o Apocalipse, não encontramos a menor semelhança entre os mesmos. O céu prometido pelo Pai aos que conhecem e amam o Seu Filho é uma sucessão de alegria, pureza, beleza e bênçãos eternas, onde todos nos uniremos, ajoelhados humildemente, diante do Cordeiro Santo, para louvar e glorificar Aquele que deu Sua preciosa vida por nós. Jesus comenta com o Pai, em João 17:3, na Oração Intercessória: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.

A Bíblia é o Livro mais belo, mais perfeito e mais santo, que Deus escreveu, usando homens de vida irrepreensível, inspirados pelo Espírito Santo. Enquanto isso, o Alcorão é uma revista pornográfica, em cuja leitura o homem carnal e depravado se refestela, nos mais baixos instintos de sua natureza corrompida pelo pecado.

Islã, O Caminho para o Inferno

Declara o Islamismo: “Como muitas outras crenças cristãs, a doutrina do Pecado herdado também não encontra nenhum respaldo nas palavras de Jesus nem dos profetas que houveram antes dele... O Islam condena o dogma do pecado original... O pecado não é herdado, mas algo que cada um adquire por si ao cometer aquilo que não deveria e não fazer aquilo que deveria... (O Islam) considera também racionalmente, seria o cúmulo da injustiça condenar toda raça humana por um pecado cometido a milhares de anos pelos primeiros progenitores” (1, p. 47,49).

No Islamismo os pecados são erros que você faz e, se você diz "lamento" a Deus, Ele lhe perdoa. Na soma, nossas boas obras suplantam nossas más obras (Alcorão - Sura 11,114). Por isso, eles não acreditam que Jesus Cristo veio redimir o homem caído.

Entretanto o próprio Alcorão fala da queda de Adão: “Ó Adão, habita o Paraíso com a tua esposa e desfrutai dele com a prodigalidade que vos aprouver; porém, não vos aproximeis desta árvore, porque vos contareis entre os iníquos. Todavia, Satã os seduziu, fazendo com que saíssem do estado (de felicidade) em que se encontravam” (Sura 2:35, 36).


Explicando as Distorções Sobre a Questão do Pecado Adâmico

Há muito tempo atrás, o erudito Agostinho, propôs uma teoria onde afirmava que todos os homens são culpados diante de Deus por causa do pecado cometido por Adão. O efeito prático desta doutrina tem servido, principalmente entre os islâmicos, para expor a justiça de Deus a críticas desnecessárias. A Bíblia claramente afirma que o homem dará conta à Deus unicamente das suas próprias culpas e pecados (cf. Ez. 18:4, 17).

O verdadeiro ensinamento das Escrituras sobre o pecado original ou pecado adâmico é que Adão introduziu no mundo o pecado e transmitiu a natureza pecaminosa ao gênero humano, de sorte que todos que chegam à idade de fazer a sua escolha, inevitavelmente escolhe o pecado que conduz à morte. A confusão tem lugar, não pelo que a Bíblia diz sobre o assunto, mas pelo que ela não diz. Algumas passagens falam dos pecados de Adão trazendo morte ao mundo, mas não acrescentam a explicação de que tal morte atinge o homem quando este escolhe, por si mesmo, seguir o exemplo de Adão.

Note o texto de I Co. 15:22 – “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”. Este versículo diz noutras palavras, o seguinte: “Assim como Adão trouxe a possibilidade de morte para todos, assim Cristo trouxe também a possibilidade da vida para todos”. É evidente que cada indivíduo tem que tomar a decisão de aceitar ou rejeitar a Cristo e a vida eterna; igualmente tem que tomar a decisão de seguir o pecado e a conseqüente morte espiritual. Este fato é também apoiado por Romanos 5:12 que afirma que o pecado “entrou” no mundo através de Adão e que a morte veio “porque todos (cada um) pecaram (pessoalmente)” (3)

A grande dificuldade que a teologia islâmica encontra em aceitar essa explicação é pelo fato de que a salvação no islamismo é adquirida pelas obras e regras religiosas, enquanto que no cristianismo depende de fé e confiança na Graça de Deus.


A Redenção Pelo Sangue


“... a idéia de derramar sangue ser necessário para apaziguar a ira de Deus foi introduzida no cristianismo da imagem que o homem primitivo tinha de Deus como sendo um demo todo-poderoso. Não vemos nenhuma ligação entre o pecado e o sangue...” (1, p. 55).

São espalhafatosas as afirmativas islâmicas, sem base teológica ou sociológica.

Deus decretou que a vida de um animal está em seu sangue (Lv 17,10) e a instituição de sacrifícios de animais é uma ajuda visual para entender a reparação... Sem o derramamento de sangue não há perdão para os pecados (Hb 9,22). A questão permanece: como pode o sangue de um cordeiro perecível redimir um homem que é também perecível (Hb 9,9; 10,1.3); o que é perecível não pode herdar o que é imperecível. O único sangue que verdadeiramente tem o poder de apagar os pecados é um sangue imperecível e se Deus viesse em carne humana, Ele teria sangue imperecível que sozinho seria suficiente para apagar os pecados do mundo (Jo 1,29). Há duas pistas importantes no Alcorão a respeito desse assunto. Na Sura 5:27, lemos que o sacrifício do sangue de Abel (Gn 4:4) foi aceito por Deus, enquanto o sacrifício de Caim (legumes; v. Gn 4:3) não foi suficiente. Em segundo lugar, em Sura 37:107 lemos que o filho de Abraão escapou de um sacrifício iminente graças a uma substituição feita por Deus de um carneiro em lugar do menino (Gn 22:13-14). Por que foi necessário que Deus providenciasse um substituto para salvar a vida do menino? Como pode um cordeiro ser mais digno do que um ser humano, a não ser que fosse uma prefiguração de um outro sacrifício máximo que viria, que foi Jesus Cristo? (2)

Podemos nos regozijar, como cristãos, pois o perdão e a salvação das nossas almas não está baseada nas boas obras ou nas opiniões ou julgamentos de outros, mas na graça de Deus e na redenção através do sangue de Jesus Cristo (Ef. 2:8,9; Gl. 2.21).


Fonte:
1 – Assamad, U. A.; O Islam e o Cristianismo; Ed. Makka; 1991; São Bernardo do Campo – SP.

2 - http://www.logoshp.hpg.com.br/div172.htm

3 - Gibbs, C. B.; A Doutrina da Salvação; Ed. EETAD; 1991; Campinas – SP.

A Teologia da Morte no Alcorão

Desde a queda do homem no Jardim do Éden, o ser humano tem lutado com um sentimento de culpa, que o leva a buscar o perdão para conseguir ter uma consciência tranqüila. De que forma os muçulmanos procuram perdão?

A Teologia do Pecado no Islamismo
No islamismo, o pecado é um ato para o qual a punição precisa ter o mesmo peso e a mesma natureza. O islamismo ensina que ninguém nasce com uma natureza pecadora. Eis porque eles não vêem a necessidade da morte de Jesus na cruz. No Alcorão, eles inclusive mudaram o nome de Jesus para "Isa" para eliminar o significado hebraico da palavra que quer dizer Salvador.

O islamismo divide o pecado em duas grandes categorias: os pecados maiores e os pecados menores. Sura (um capítulo do Alcorão) 42:37 diz: "Os que evitam grandes ofensas e obscenidades" e Sura 53:32: "Os que evitam grandes ofensas e obscenidades, mas são inclinados a fraquezas, a misericórdia do seu Senhor é grande". Os teólogos muçulmanos diferem quanto ao número desses "pecados maiores". Tradicionalmente, o número é sete. São eles:

Comparar qualquer um com Alá (prestar culto a qualquer outra pessoa ou coisa além de Alá ou dizer que alguém é igual a Alá)

Magia

Assassinato

Roubo

Abusar de órfãos (Maomé foi órfão)

Fugir da batalha

Acusar falsamente uma mulher de adultério

Cada pecado tem a sua própria punição. Alguns pecados, como o adultério, tem vários tipos de punição. É diferente também quando a pessoa que comete o pecado é masculino ou feminino. De acordo com o Islã, as mulheres merecem uma punição mais severa. Porém, em outro Sura, o Alcorão equipara a punição do homem e da mulher.

Recebendo o Perdão no Islamismo
Alguns dos pecados menores são expiados através do ritual da lavagem, no qual os muçulmanos são obrigados por Maomé a lavar certas partes do corpo antes de orar a Alá. Se não se lavarem antes, Alá não aceitará as suas orações. Como cristãos, podemos nos regozijar porque o sangue do Cordeiro, Jesus Cristo, nos lavou de uma vez para sempre! (1Pe 3.18; 1Jo 1.9)

Os teólogos muçulmanos também discordam quanto ao número de diferentes maneiras que um muçulmano pode receber o perdão para os pecados menores e os pecados maiores. As mais comuns são baseadas nos versos do Alcorão e do Hadith (ditos e ensinos de Maomé e dos Califas – seguidores de Maomé). São as seguintes:

Fazer o bem: Os nossos queridos muçulmanos acreditam que Deus vai julgá-los usando uma balança para comparar o peso das boas obras com o das más obras. Na tentativa de aumentar o peso das boas obras, os muçulmanos acreditam que existem algumas obras cujo peso Deus multiplica por dez. A oração da sexta-feira na mesquita é um exemplo. Cada passo que a pessoa dá ao se aproximar da mesquita, ele acrescenta mais pontos na contagem das boas obras. Alguns versos do Alcorão dizem: "Os que impedem o mal com bem – deles será a Última Morada, jardins do Éden nos quais entrarão; e os que foram bons para os seus pais e esposas e para as suas sementes" (Sura 13:22,23). "Pois as coisas boas removem as más" (Sura 11:114).

Jejum: as pessoas também podem expiar os pecados através do jejum. No Sura 33:35 está escrito: "Os homens e as mulheres que jejuam, para eles Deus tem preparado o perdão e uma paga poderosa".

Crianças que morrem antes de seus pais terem garantida a entrada no paraíso (termo islâmico para céu): O Hadith diz que a criança falecida fica parada na porta do céu, cheia de ira, dizendo: "Eu não vou entrar no paraíso sem meus pais", depois do que está escrito "Deixe seus pais entrarem com ela" (citado por Nisaai e Ibn Hayan, depois de Abi Huraira).

A aprovação de uma esposa pelo seu marido assegura a entrada dela no paraíso: O Hadith diz que Maomé declarou: "Toda a mulher que morre e que teve a aprovação do marido, pode entrar no paraíso" (citado por Tarmazi).

Recitar o Alcorão: No Hadith, segundo Masoud (um dos amigos de Maomé, também conhecido como al Sahaba), Maomé disse: "Aquele que lê o Alcorão e o memoriza, Deus o conduz ao paraíso e lhe garante, pela sua intercessão, a salvação de dez parentes que merecem o fogo.

Confissão de dois credos: Os dois credos são os de que não há outro Deus senão Alá e Maomé é o profeta de Alá. Está relacionado ao que Abi Thur (um dos al Sahaba) disse: "Eu vim sobre o profeta de Deus [Maomé] que dormia com uma túnica branca. Ele acordou dizendo: ‘Todo o que afirmar que não há Deus senão Alá, tem garantida a sua entrada no Paraíso’. Eu perguntei: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar?’ Ele respondeu: ‘Mesmo se cometer adultério e roubar.’ Perguntei de novo: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar?’ Ele respondeu mais uma vez: ‘Mesmo se ele cometer adultério e roubar!’"

A obediência da esposa ao seu marido ganha o perdão para o seu pai: Ibn Malik (um al Sahaba e um dos reitores do Alcorão) contou a história de um homem que saiu para uma jornada e disse à sua esposa que não saísse do seu quarto no andar de cima. O pai dela morava no andar de baixo e ficou doente. A mulher mandou uma pessoa pedir a permissão do profeta para visitar o pai no andar de baixo da casa. Ele respondeu: "Obedeça ao seu marido". O pai morreu e foi sepultado sem a presença dela. Mais tarde, o profeta a informou que Deus havia perdoado o seu pai como resultado da obediência dela ao seu marido.

Oração: No Hadith, encontramos, segundo Abou Baker (O melhor amigo de Maomé e pai de uma de suas esposas), que Maomé disse: "Não há homem que, se pecar e que, depois de lavar-se, sobe para orar [uma oração formal impressa] Deus não possa perdoar."

A Peregrinação (o Hajj): Uma pessoa pode receber o perdão quando vai em peregrinação a Meca, na Arábia Saudita (terra natal de Maomé). O Sura Al-Baqara (capítulo 2 do Alcorão) 158 diz: "todo o que faz a Peregrinação à Casa, ou à Visitação não deve ser culpado."

Apesar destas "obras" serem um meio através dos quais os muçulmanos crêem que recebem o perdão, eles ainda reconhecem que precisam de expiação e a buscam, de acordo com os ministérios "Last Harvest Inc. (Última Colheita Inc.)" e "Middle East for Christ (O Oriente Médio para Cristo)".

Numa pesquisa com um grupo de muçulmanos em 1992, estes ministérios descobriram que o perdão de pecados é a mais importante e urgente necessidade dos muçulmanos.

Podemos nos regozijar, como cristãos, pois o perdão não é baseado nas boas obras ou nas opiniões ou julgamentos de outros, mas na graça de Deus e na redenção através do sangue de Jesus Cristo (Efésios 2:8,9; Gálatas 2.21).

A Ignorância chamada Hajj

Hajj ou Hadj é o nome dado à peregrinação realizada à cidade santa de Meca pelos muçulmanos. É considerada como o último dos "Cinco Pilares do Islã" (arkan), sendo obrigatória pelo menos uma vez na vida para todo o muçulmano adulto, desde que este disponha dos meios económicos e goze de saúde. Cerca de dois milhões de pessoas de todos os pontos do planeta realizam anualmente o Hajj.

O Hajj só pode ser efetuada uma vez por ano, entre o oitavo e o décimo dia do mês de Dhu al-Hijja, o último mês do calendário islâmico.

Se a peregrinação a Meca ocorrer noutra altura do ano será chamada de Umra; é considerada uma boa ação, mas não substitui o Hajj. A Umra é também conhecida como a "peregrinação menor". Difere em relação ao Hajj ao nível dos ritos: a Umra inclui apenas os ritos realizados na Grande Mesquita de Meca.

A partir do momento em que o peregrino se encontra a certa distância da cidade de Meca, deve proceder à entrada no estado de ihram ("sacralização", estado sagrado), que consiste em vestir a roupa (iharam) que usará durante a celebração dos rituais: duas peças de tecido brancas não cosidas e sandálias igualmente não cosidas. Enquanto permanecer no estado ihram o peregrino não deve cortar o cabelo, cortar as unhas, usar perfumes, matar animais, envolver-se em discussões ou lutas, manter relações sexuais ou contrair matrimônio. O peregrino volta outra vez a proclamar a sua intenção em efetuar o Hajj.

Depois de entrar na Grande Mesquita de Meca o peregrino efetuar o tawaf, que consiste em realizar sete voltas à Kaaba no sentido contrário aos ponteiros do relógio (cada volta é chamada de shawt, sete ashwat constituem o tawaf). Durante as sete voltas o muçulmano efetuar orações. As primeiras três voltas devem ser efectuadas a um passo mais acelerado.

De seguida, o peregrino procede à prática do sa´ee (ou sa´y, "deambulação") percorrendo um corredor entre os montículos de Safá (Safa) e Meruá (Marwa), ainda dentro da mesquita, de novo sete vezes. Segundo o islamismo, este acto recorda o desespero de Agar, mulher de Abraão, quando procurava água para o seu filho Ismael entre aqueles dois pontos. Os peregrinos podem também beber um pouco da água do poço de Zamzam, que se encontra na mesquita e que salvou Agar e o seu filho.

O peregrino recita depois o talbiya, uma oração na qual declara que faz o Hajj unicamente em honra de Deus.

Depois do pôr-do-sol os peregrinos dirigem-se para Mina, um local perto de Meca, onde acampam e passam a noite. Devem aqui realizar as suas orações. Termina aqui o primeiro dia do Hajj.

No dia seguinte (dia 9 do mês de Dhu al-Hijja), os peregrinos deixam Mina em direcção a Arafat, um local habitualmente referido como um monte, mas que na realidade é uma planície a cerca de 20 km de Meca. Uma vez em Arafat o dia é consagrado à oração, à leitura do Alcorão e ao pedido de perdão a Deus pelos pecados cometidos. O peregrino chegou ao ponto alto do Hajj.

Após o pôr-do-sol os peregrinos dispersam, abandonando Arafat em direcção a Muzdalifah. Em Muzdalifah fazem a oração da noite e lá deverão passar a noite em tendas. Durante a noite recolhem-se pequenas pedras que serão usadas num ritual do dia seguinte. Antes do nascer do sol parte-se para Mina.

Em Mina os peregrinos atiram sete pedras contra três abascantos (pedras que eram adoradas como divindades nos tempos pré-islâmicos). A maior delas, Jamarat al-Kubra, representa hoje Satanás. O ato tem como simbologia o desejo de se renunciar ao mal e exaltar o Deus único. Cada peregrino deve depois sacrificar um animal (um carneiro ou um bode). Os ritos terminam com o início de um festival de três dias que celebra o fim do Hajj, o Eid al-Adha ("Festa do Sacrifício"). Uma vez que é impossível consumir toda a carne que resultou de cada um dos sacrifícios, as autoridades locais desenvolveram complexos de tratamento das carnes para serem mais tarde distribuídas pelos mais necessitados. Em Mina os peregrinos podem retirar os trajes que usaram durante os rituais.

Por último, o peregrino deve efetuar um tawaf e um sa´ee finais antes de se despedir de Meca. Todo o homem ou mulher que realizou o Hajj é chamado de hajji ou hajja respectivamente, alcançado um estatuto de respeito na comunidade e na família.

Alguns peregrinos aproveitam a ocasião para se deslocarem à cidade de Medina, onde se encontra o túmulo do profeta Maomé.

El hajj ou el hadj pode ser colocado na frente de nomes de pessoas que já fizeram a peregrinação.


Práticas Pré-Islâmicas


Algumas crenças e comportamentos islâmicos são semelhantes a práticas pré-islâmicas nativas da Península Arábica e cheias de misticismos - em particular o hajj e três de suas práticas associadas: circundar a Kaaba, beijar a Pedra Negra (conhecida também como Hajar el Aswad), e o apedrejamento do Diabo nas proximidades de Meca.


A Bíblia corrobora com a prática do Hajj?


Não, pois ensina que:

• Que não há salvação pelas obras e muito menos por causa de um ato de peregrinação – Rm.3.28; Ef.2.8,9.

• b) Que um ato de procissão é idolatria diante de Deus: Congregai-vos, e vinde; chegai-vos juntos, os que escapastes das nações; nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar. (Is 45.20)

• c) Que os adoradores verdadeiros adoram em espírito e em verdade, independente do local ou lugar – Jo 4.21-24

Por isso, o ato do Hajj é uma prática anticristã.


Bibliografia:

www.ibng.com.br/31EBD/Islamismo.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hajj

Maomé: O Inventor de Mentiras

O QUE HÁ NA BÍBLIA A RESPEITO DAS PROFECIAS DE MAOMÉ?

É uma estranha pergunta para um muçulmano fazer, já que ele acredita - como vimos - que a Bíblia foi corrompida. Dizem os muçulmanos que havia muitas profecias a respeito da chegada de Maomé na Bíblia mas, após ele ter vindo, judeus e cristãos apagaram tudo quanto foi possível. Ora, já que nossas traduções são baseadas em cópias manuscritas de séculos antes de Maomé, isso não pode ser verdade, mas o mito persiste. Mas, e o que dizer das "profecias" que não foram apagadas?
A Sura 61,6 diz: "Jesus, filho de Maria disse: 'Eu sou verdadeiramente o Mensageiro de Deus para vós, confirmando o Torá que veio antes de mim e dou as boas novas de um mensageiro que virá após mim, cujo nome será Maomé'". Mas em nenhum lugar na Bíblia Jesus falou sobre essa pessoa! E, antes que se pergunte sobre Jo 14,16 ("Eu pedirei ao Pai e Ele vos dará um outro Consolador para permanecer convosco..."), posso dizer: a palavra grega para Consolador é "parakletos" (literalmente: alguém que permanecerá como advogado numa corte legal). Os muçulmanos dizem que João originalmente escreveu "periklytos" que aparentemente é a palavra grega para Um Bendito. Contudo, nem em Jo 14,16 ou 14,26 (onde parakletos é novamente usada) há periklytos e é de se espantar como uma mentira tão baixa veio a ser inventada. No contexto de Jo 14, o Parakletos estará com os discípulos para sempre (v. 16). Ele é o Espírito da Verdade (v. 17) que nem é visto nem conhecido pelo mundo, mas é aquele que vive no interior dos crentes; e Ele é o Santo Espírito que relembrará aos Cristãos tudo o que Jesus lhes ensinou (v. 26). Poderia alguma dessas coisas se referir a um ser humano, a Maomé?


"O Senhor veio do Sinai e amanheceu sobre eles vindo de Seir; ele brilhou no Monte Paran com dezenas de milhares de santos" (Dt 33,2) e "Deus veio de Teman, o Santo veio do Monte Paran" (Hab 3,3). Os muçulmanos reclamam que Moisés veio do Sinai; Jesus, de Seir; Maomé, do Monte Paran; e as dezenas de milhares se refere a uma de suas batalhas em que lutaram com dez mil soldados! Não somente o contexto se refere claramente a Deus e a ninguém mais, como tal absurda interpretação está baseada sobre um geógrafo do século XIX que, aparentemente, identificou Paran com Meca e Teman com Medina. Paran está, atualmente, a 1.000 km de Meca e pode ser constatado isso pelos cronistas dos Israelitas errantes (Ex; Dt 1,1; Nm 13). Como podiam os vinte espiões deixar Paran (v. 3), ir diretamente para Canaan e explorar todo o país (v. 21-22), cortar algumas uvas (v. 23) e levá-las de volta, frescas, a Paran (v. 27), em apenas 40 dias, se tivessem viajado um total de 2.000 km?


"(Os judeus) perguntaram: 'Sois o Profeta?' Ele respondeu: 'Não'". Embora os muçulmanos rejeitem o testemunho de Jo 1, de que Jesus era divino (vv. 1-2.14.18.34.49), sustentam que o Profeta em questão é Maomé. A origem deste Profeta procede de Dt 18,15 ("O Senhor vosso Deus lhes fará surgir um Profeta como eu dentre vossos irmãos"), que claramente se identifica com Jesus em At 3,22. Diferença entre Moisés e Maomé, é que Maomé não era judeu e contudo o Profeta viria dentre seus próprios irmãos (o que exclui descendentes de Ismael, meio irmão de Isaac (Gn 16,12 cfr. 17,19)). Moisés é - de longe - mais comparável a Jesus do que Maomé: ambos nascidos na pobreza e sujeitos a tentativas para matá-los na infância. (Ex 1,15-6,22 cfr. Mt 2,13); contudo ambos foram salvos (Ex 2,2-10 cfr. Mt 2,13); ambos foram preparados por um período de 40 dias (quarenta é uma unidade bíblica para indicar preparação; Ex 7,7 cfr. Mt 4,1); ambos libertaram seu povo da escravidão (Ex 5 cfr. Jo 8,32-36); a água foi o instrumento para ambos: o Mar Vermelho (Ex 14,21) e o Mar da Galiléia (Mt 8,26); ambos falaram com Deus face a face (Ex 33,11 cfr. Mat 17,3); a face de ambos brilhou (Ex 34,29 cfr. Mt 17,2); ambos morreram por causa do pecado do povo (Nm 20,12; Is 53 cfr. Jo 1,29; 10,15).

Islamismo: O Câncer da Humanidade

Entrevista
Raphael Israeli, especialista em islamismo

"O islã vai explodir no rosto do Ocidente", alerta Raphael Israeli, professor de Política do Oriente Médio e Islamismo na Universidade de Jerusalém, muitas vezes convidado pelos meios de comunicação para falar sobre o conflito árabe-israelense. Israeli já escreveu 15 livros, entre eles Man of Deficiance (a biografia do ex-presidente egípcio Anuar el Sadat), Peace in the Eye of the Beholder e Islamic Fundamentalism in Israel. Mais três livros seus serão publicados em breve.

Pergunta: Professor Israeli, qual é a causa do terrorismo islâmico: a existência do Estado judeu ou o conteúdo do Corão?

Prof. Israeli: Em primeiro lugar, é o texto do Corão, pois este já existe há séculos, mas nos tempos modernos o [restabelecimento] do Estado de Israel também contribuiu para aumentar o perigo do islã fundamentalista. O que incomoda os muçulmanos no momento é o "ataque" do Ocidente ao islã. Não importa quanto os EUA elogiem o islã e abasteçam os muçulmanos com alimentos, para eles os Estados Unidos são e continuarão sendo "o inimigo". Diariamente vemos manifestações anti-americanas nos países árabes e nos territórios palestinos.

Pergunta: Portanto, o povo muçulmano determina essa tendência?


"O islã vai explodir no rosto do Ocidente",
alerta Raphael Israeli


Prof. Israeli: Estou preparando um novo livro sobre o terrorismo islâmico e nele descrevo as novas determinações dos eruditos muçulmanos, que não são da corrente extremista, mas fazem parte da ala islâmica principal, a azhar. Atualmente também eles mobilizam o mundo islâmico contra os Estados Unidos porque os EUA atacam os muçulmanos. Conforme o Corão, nenhum islamita pode lutar contra outros muçulmanos ou fazer alguma aliança com não-muçulmanos que seja voltada contra muçulmanos.

Pergunta: Talvez não estejamos entendendo o islã adequadamente?

Prof. Israeli: A terminologia é o grande problema. Nós e os muçulmanos usamos as mesmas palavras, mas com significados distintos. Na opinião deles, cada um que ataca um muçulmano é um terrorista. O terrorismo é descrito pelos muçulmanos de maneira diferente do que se faz no Ocidente, que considera terrorista quem tenta alcançar alvos políticos usando de violência contra civis e pessoas inocentes. Enquanto isso, o terrorismo islâmico contra os Estados Unidos ou Israel é considerado pelos muçulmanos como defesa contra a agressão americana e israelense. Eles pensam que apenas eles têm o direito à defesa, mas não os Estados Unidos ou nós. A isso os muçulmanos chamam de "jihad" ("guerra santa"), para semear o medo no coração de seus inimigos, pois, para eles, Israel e os Estados Unidos são inimigos de Alá. Os muçulmanos consideram os ataques a Nova Iorque ou ao restaurante Sbarro em Jerusalém como guerra santa contra os terroristas ocidentais.

Pergunta: É possível explicar a "jihad" como um esforço inofensivo?

Prof. Israeli: Não, a "jihad" é uma guerra. No início do século XX, altos líderes religiosos muçulmanos tentaram redefinir a "jihad", espiritualizando-a e buscando apresentá-la como sendo apenas uma missão pacífica destinada a converter o mundo ao islamismo. Entretanto, a "jihad" é uma ferramenta dos muçulmanos para difundir o islã pelo mundo [através de todos os meios, inclusive a violência]. Isso foi assim no início, prosseguiu na Idade Média e continua acontecendo até hoje. Os muçulmanos declararam a "guerra santa" contra os Estados Unidos da mesma forma como a deflagraram contra nós.

Pergunta: Mas atualmente, quem determina o tom, os muçulmanos extremistas ou os moderados?

Prof. Israeli: O islã fundamentalista não criou um novo islamismo. Só existe um único islã e os muçulmanos moderados acreditam nas mesmas coisas que os extremistas, só que os moderados ainda não põem em prática as idéias muçulmanas. O Egito, por exemplo, é hoje dependente dos Estados Unidos. Por que esse país, que recebe anualmente dois bilhões de dólares dos EUA, iria lutar contra os Estados Unidos? Mas no momento em que estourar uma guerra global contra os muçulmanos, o Egito vai combater o inimigo lado a lado com os demais muçulmanos.

Pergunta: No Ocidente tenta-se diferenciar entre terrorismo palestino e terrorismo islâmico. Isso tem sentido?

Prof. Israeli: Como já disse, o islã afirma que os muçulmanos podem travar uma "jihad" legítima e que tudo que os inimigos fazem contra os muçulmanos é terrorismo. O Ocidente também sabe disso, e tem consciência de que as ações que Israel realiza nos territórios palestinos são mais humanas que os ataques aéreos no Afeganistão. Mas, mesmo assim, somos criticados quando alvejamos de forma seletiva a conhecidos líderes terroristas palestinos e não agimos como os seus homens-bomba suicidas, que mandam para os ares restaurantes e ônibus [cheios de civis]. O Ocidente é hipócrita, pois tenta agradar ao islã.

Pergunta: Os Estados Unidos estão realmente combatendo o terrorismo?

Prof. Israeli: Os americanos acreditam que estão combatendo o terrorismo, mas eles o fazem de maneira pior que nós. Donald Rumsfeld, o secretário da Defesa norte-americano, disse: "Para combater o terrorismo é preciso procurar os terroristas onde eles se encontram, no Afeganistão". Nós fazemos o mesmo nos territórios palestinos, mas somos criticados. Porém, não vai demorar muito até os americanos perceberem que não terão mais parceiros de coalizão quando partirem para a segunda etapa, quando começarem a combater o terrorismo no Iraque, na Síria e em outros países árabes.

Pergunta: Até que ponto os governos árabes estão envolvidos com o terrorismo islâmico?

Prof. Israeli: Isso varia. Eu gostaria de lembrar aos leitores como o presidente egípcio Mubarak mentiu ao presidente americano Ronald Reagan em 1985, negando que o terrorista responsável pelo seqüestro do navio "Achille Lauro" se encontrava em seu território. A Arábia Saudita é o parceiro árabe mais próximo dos Estados Unidos, mas mesmo assim transfere anualmente mais de 100 milhões de dólares para os terroristas do Hamas. É óbvio que os Estados Unidos sabem disso, mas mesmo assim Washington não toma nenhuma iniciativa contra a Arábia Saudita, apesar do Hamas se encontrar na lista das organizações terroristas que os Estados Unidos condenam. O governo Bush não anunciou que vai castigar os governos que apóiam o terrorismo islâmico? Mas os Estados Unidos não podem se permitir uma guerra contra todo o mundo islâmico, e pelo fato de Washington e o Ocidente praticarem uma política de concessões em relação aos muçulmanos, jamais irão se livrar do terrorismo.

Pergunta: Em outras palavras: o mundo tornou-se impotente contra o terrorismo?

Prof. Israeli: O islã exerce pressão sobre o mundo e o mundo faz pressão contra Israel. O Ocidente cede ao islã por motivos políticos ou econômicos, por exemplo, para agradar às minorias muçulmanas que têm crescido muito em diversos países (quase 10 milhões nos Estados Unidos, 5 milhões na França, 3 milhões na Alemanha e 2 milhões na Inglaterra).

Pergunta: Mas a Europa não reconhece o perigo que o islã representa?

Prof. Israeli: Os governos europeus têm medo dos muçulmanos, mas jamais o confessarão. Na década de 80 a França foi alvo de diversos ataques terroristas e o governo pagou aos terroristas para acabar com os atentados na França. É mais barato "comprar" tranqüilidade do que entrar em guerra contra o islã.

Pergunta: O movimento islâmico em Israel representa um perigo real para o futuro do país?

Prof. Israeli: Há 20 anos atrás eu já alertava sobre o perigo do movimento islâmico em Israel, e há nove anos escrevi um livro sobre a ameaça do fundamentalismo islâmico em nosso país. Meus prognósticos estavam corretos, e foram corroborados até pelo serviço de segurança Shin Bet. Mas que valor tem isso se, por razões políticas, o governo israelense não pode agir como deveria contra os muçulmanos fanáticos? Os árabes israelenses tornar-se-ão um grande perigo para Israel no futuro. (nai - http://www.Beth-Shalom.com.br).

Fonte: Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, janeiro de 2002.

Alcorão: Mentiras, Enganos e Contradições

O islamismo e o cristianismo são as duas religiões de maior porte e mais missionárias do mundo. Suas crenças são semelhantes em muitos aspectos. Ambas são monoteístas, foram fundados por um indivíduo específico em um contexto definido e historicamente verificável. São universais e crêem na existência de anjos, do céu, do inferno e de uma ressurreição futura. E mais: que Deus se fez conhecer ao homem por meio de uma revelação.

Entretanto, existem também diferenças óbvias entre elas, particularmente em relação à pessoa de Jesus, ao caminho de salvação e à escritura ou escrituras de fé. Essas diferenças abarcam as doutrinas mais fundamentais de cada religião. Assim, mesmo que o islamismo e o cristianismo tenham alguns pontos em comum, não podem haver duas verdades quando uma não concorda com a outra.

O islamismo, assim como o cristianismo, acredita que a fé de uma pessoa deve ser razoável tanto quanto subjetiva, uma vez que devemos adorar a Deus com a mente e o coração. Ao compartilharmos dessa mesma base com os muçulmanos, podemos examinar por que eles crêem no que crêem. Nossa tarefa é analisar a apologética de cada religião ou a defesa de sua fé para ver se as declarações de cada uma delas são verificáveis. Daremos uma atenção especial à escritura ou escrituras de cada fé. A razão para isso deve ser evidente por si mesma: é muito fácil alguém fazer declarações a respeito de si mesmo, mas prová-las é um assunto totalmente diferente.

A escritura sagrada do islamismo: o Alcorão

A fonte de autoridade mais respeitada do islamismo é o Alcorão. Para os muçulmanos, esta é a palavra pura de Deus, sem nenhuma mistura de pensamento ou teor humano. De fato, muitos muçulmanos possuem um zelo tão intenso pelo Alcorão que ficam ressentidos profundamente se um não-muçulmano não o possui. O termo “corão” vem de “uma palavra árabe que significa ‘leitura’ ou ‘recitação’” 1 . Os muçulmanos afirmam que o Alcorão foi dado a Maomé em língua árabe, parte por parte, durante um espaço de tempo de 23 anos até a sua morte (Suras 17.106; 43.3; 44.58). A apologética muçulmana do Alcorão cobre quatro áreas principais: sua preservação, eloqüência, profecias alegadas e compatibilidade com a ciência moderna.Verificaremos uma por uma.

1. A afirmação islâmica da preservação do Alcorão


Referindo-se à autenticidade presente do Alcorão, Maulvi Muhammad Ali faz a grandiosa declaração: “No que tange à autenticidade do Alcorão, eu não preciso deter o leitor por muito tempo. De um extremo do mundo ao outro, da China no Extremo Oriente a Marrocos e Argélia no Ocidente, das ilhas dispersar do Oceano Pacífico ao grande deserto da África, o Alcorão é um, e nenhuma cópia que difira sequer num ponto diacrítico pode ser encontrada em posse de um dos 400 milhões de muçulmanos” 2 . “Há, e sempre houve, seitas rivais, mas o mesmo Alcorão é a posse de um e de todos... Um manuscrito com a mais leve variação no texto é desconhecida” 3 .

Assim, os muçulmanos não apenas acreditam que o Alcorão seja a Palavra de Deus, mas também estão seguros de que nenhum erro, alteração ou variação tocou-o desde seu começo. Logo, esta é uma de suas “provas” de que o Alcorão é um milagre de Deus.

Resposta cristã à preservação do Alcorão

Mohammad Marmaduke Pickthall, em “The Meaning of The Glorious Koran”, diz-nos que na época da morte de Maomé as suratas (ou capítulos) do Alcorão ainda não haviam sido compiladas. Isto foi completado apenas durante o califado de Abu Bakr 1 . O segundo Califa, Omar, “subseqüentemente fez um único volume (mus-haf) que ele preservou e deu na ocasião de sua morte à sua filha Hafsa, a viúva do Profeta”2 . Finalmente, sob o califado de Uthman, ordenou-se que todas as cópias do Alcorão fossem trazidas e qualquer uma que divergisse do texto de Otman foi queimada.

Não discutimos a posição islâmica de que desde a revisão de Otman o Alcorão permaneceu intacto. Entretanto, por causa da destruição de todas as cópias discordantes ninguém pode saber com certeza se o Alcorão como temos é exatamente o mesmo que Maomé os entregou. O islamismo ensina que a única razão pela qual Otman queimou todas as outras coletâneas do Alcorão era porque haviam variações dialéticas de somenos importância nos diferentes textos. Entretanto, há algumas evidências que tendem a refutar isto.

Em primeiro lugar, é muito significativo que os “Qurra”, os muçulmanos que memorizaram o Alcorão completo, foram contrariados veementemente pela revisão. Em segundo, os xiitas, segunda maior seita no mundo islâmico, declaram que o Califa Otman eliminou intencionalmente muitas passagens do Alcorão que se relacionavam a Ali e à sucessão da liderança que ocorreria depois da morte de Maomé.

L. Bevan Jones, em sua obra “The People of the Mosque”, responde sucintamente o argumento muçulmano para a suposta preservação miraculosa do Alcorão: “Mas conquanto possa ser verdade que nenhuma outra obra tenha permanecido por doze séculos com um texto tão puro, é igualmente provável verdade que nenhum outro tenha sofrido tamanho expurgo” 3 .

Uma segunda asserção que fazem para provar a origem sobrenatural do Alcorão encontra-se na Sura (capítulo) 17.88, que diz: “ainda que os homens e os djins (gênios) se reúnam para produzir um Alcorão, jamais o conseguirão, nem mesmo ajudando-se uns aos outros”. Usando este texto dizem que a sua beleza e eloqüência são provas auto-suficientes de que seu autor é Deus. Em uma nota de rodapé na sua tradução do Alcorão, Yusuf Ali declara: “nenhuma composição humana poderia conter a beleza, poder e discernimento espiritual do Alcorão” 4 .

Entretanto, os muçulmanos não acreditam que o Alcorão seja um milagre somente por causa de sua eloqüência e beleza, mas também porque a sura 7.157 refere-se a Maomé como “o profeta iletrado”. Acreditando que ele era analfabeto, eles perguntam como tal homem poderia produzir o Alcorão.

Uma declaração final a respeito da realização literária do Alcorão é que ele é tão coerente do começo ao fim que nenhum homem poderia tê-lo arquitetado. Suzanne Haneef pergunta: “Como o Alcorão inteiro poderia ser tão completamente coerente” se não se originou de Deus” 5 .

Resposta cristã à eloqüência do Alcorão


A respeito da beleza, estilo e eloqüência do Alcorão, qualquer leitor imparcial teria de admitir que certamente isso é verdade na maior parte dele. Entretanto, a eloqüência por si mesma é dificilmente um teste lógico para a inspiração. Se esse fosse o critério utilizado para julgar uma obra, então teríamos de dizer que os autores de muitas das grandes obras da antiguidade foram inspirados por Deus. Homero teria de haver sido um profeta para produzir a magnífica Ilíada e a Odisséia. Na língua inglesa, Shakespeare é ímpar como dramaturgo. Mas seria um absurdo que por causa disso disséssemos que suas tragédias tiveram inspiração divina. O mesmo poderia ser dito em relação à eloqüência do Alcorão.Mas, e a respeito da coerência do Alcorão? Pode ser utilizada para demonstrar que esta escritura muçulmana foi inspirada? Para começar, pode-se mostrar que o Alcorão não é totalmente coerente, mas ao contrário, possui contradições de vulto nele 6 . E ainda que consentíssemos com a tese de que o Alcorão é totalmente concorde, isto ainda não provaria coisa nenhuma. Em um ensaio intitulado “How Muslims Do Apologetics”, o dr. John Warwick Montgomery demonstra isto para nós: “Esta apologética é também de pouco efeito porque a coerência de um escrito não prova que seja uma revelação divina. A geometria de Euclides, por exemplo, não se contraria a si mesma em nenhum ponto, mas ninguém afirma que por isso essa é uma obra divinamente inspirada em algum sentido excepcional” 7 .

E, por fim, o que dizer a respeito do suposto analfabetismo de Maomé? Antes de qualquer coisa, há bastante evidência contra isso. Mas ainda que aceitássemos o fato de que Maomé não podia ler nem escrever, isso não faria o Alcorão miraculoso. Por quê? Porque todos os muçulmanos sabem que ele deveria ter pelo menos vários amanuenses ou escribas e, portanto, ele poderia facilmente ter composto o Alcorão dessa forma, o que não seria excepcional, pois há precedentes para isso.

Um exemplo que seria familiar à maioria das pessoas diz respeito a Homero. Ele era cego e, com toda probabilidade, não podia escrever. Ainda assim ele foi o autor da Ilíada e da Odisséia, os dois maiores épicos do mundo antigo. Da mesma maneira, se Maomé era ou não realmente analfabeto não tem relação com o caso em questão.

3. A afirmação islâmica sobre as profecias do Alcorão


O Alcorão fala muito pouco profeticamente, se de fato ele profetiza. Daí, poucos apologistas muçulmanos utilizarem a “profecia cumprida” como prova de sua fé. Entretanto, há uma série de versículos no Alcorão que prometem que os muçulmanos serão vitoriosos tanto em seu próprio país como no exterior 8 . Maulana Muhammad Ali discute estas profecias detalhadamente em sua obra “The Religon of Islam”: “... nós encontramos profecia após profecia publicada nos termos mais seguros e certos no sentido de que as grandes forças de oposição seriam arruinadas... que o islamismo se espalharia para os cantos mais longínquos da terra e que seria finalmente triunfante sobre todas as religiões do mundo” 9 .

Resposta cristã às profecias do Alcorão

Podemos dizer que a vasta expansão do islamismo, predita por Maomé, é o cumprimento de alguma profecia? Se pensarmos nisto por um momento creio que podemos facilmente responder não. Para começar, um líder prometendo uma vitória às suas tropas ou seguidores no mínimo não é nem um pouco excepcional. Todo comandante ou general o faz a fim de inspirar seu exército e levantar o seu ânimo. Se, então, eles, os seguidores, são vitoriosos, ele, o líder, é vindicado; se os seguidores perdem, então deixamos de ouvir as promessas do líder, porque elas, junto com o movimento, são esquecidas. Além disso, os muçulmanos tinham vários incentivos importantes para considerar enquanto lutavam para promover a causa do islamismo. Se morressem, seriam admitidos no paraíso: “Os que crêem e praticam o bem, conduzi-los-emos para jardins onde correm os rios, e lá permanecerão para todo o sempre, e lá terão esposas imaculadas, e lá desfrutarão de uma sombra densa” (Sura 4.57). E ainda: “naquele dia os moradores do Paraíso em nada pensarão a não ser na sua felicidade. Junto com suas esposas, reclinar-se-ão sob arvoredos sombreados em sofás macios” (Sura 36.55,56). Além disso, se continuassem vivos e fossem vitoriosos na batalha, os soldados muçulmanos poderiam dividir quatro quintos do despojo.

Há outra razão para que o islamismo se expandisse tão rapidamente no início. Se olharmos para algumas das imposições do Alcorão a respeito do que os incrédulos poderiam esperar das mãos dos muçulmanos, fica fácil entender porque tantos “submeteram-se”, como encontramos na Surata 5.33: “O castigo dos que fazem a guerra a Deus e a Seu Mensageiro e semeiam corrupção na terra é serem mortos ou crucificados ou terem as mãos e os pés decepados, alternadamente, ou serem exilados do país: uma desonra neste mundo e um suplício Além” 10 . Os politeístas tinham duas escolhas: submissão ou morte. Os cristãos e os judeus tinham uma terceira alternativa: pagar pesados tributos (Sura 9.5,29).

Um último ponto a ser considerado: se o crescimento rápido e amplo de um movimento indicasse o favor divino, então o que diríamos de conquistadores como Genghis Khan? Ele consolidou as tribos mongóis e, em um espaço de tempo mais curto do que o do islamismo antigo, conquistou uma área geográfica muito maior. Seu sucesso militar evidenciaria que ele era dirigido por Deus? E o que dizer a respeito do próprio crescimento do islamismo, freado no Ocidente por Carlos Martel (a.D.732) e no Oriente, por Leão III (a.D.740)?

Significaria que eles haviam perdido o favor de Alá. E sobre a história posterior de muitas nações islâmicas que sofreram o ultraje de se tornarem colônias das então potências mundiais? Não, não podemos encontrar nada misterioso ou sobrenatural sobre o surpreendente crescimento primitivo do islamismo e sua subseqüente queda.

4. A afirmação islâmica sobre a ciência e o Alcorão

Finalmente, existe uma obra, “A Bíblia, o Alcorão e a Ciência”, escrita por um cirurgião francês chamado Maurice Bucaille que tenta demonstrar a origem divina do Alcorão ao revelar sua supostamente notável afinidade com a ciência moderna. Depois de citar alguns exemplos, Bucaille conclui que: “...levarão a julgar inconcebível que um homem, vivendo no século VII da era cristã, pudesse, sobre os assuntos mais diversos, emitir no Alcorão idéias que não são só de sua época, e que concordarão com o que se demonstrará séculos mais tarde. Para mim, não existe explicação humana para o Alcorão” 11 .

Resposta cristã à ciência e ao Alcorão

Ao responder Bucaille devemos primeiro salientar que a maior parte do livro não trata do Alcorão e da ciência. Em contrário, sua maior parte é uma tentativa (utilizando-se das técnicas de autocrítica) de desacreditar a Bíblia. As porções de seu livro que tentam mostrar que o Alcorão está em concordância surpreendente com o conhecimento científico são muito vagas. Mas, e se nós concordássemos com sua tese de que as afirmações do Alcorão estão em total harmonia com a ciência moderna? Bucaille declara que se isto fosse verdade então “esta última constatação torna inaceitável a hipótese daqueles que vêem em Mohammad o autor do Alcorão” 12 .

Concordo com sua conclusão e suponho que sua tese seja verdadeira. Se o Alcorão contém afirmações científicas detalhadas, descobertas recentemente como sendo verdadeiras, e se foram escritas no sétimo século a.D., então poderia não ser simplesmente produção de Maomé. Mas isto não indica a fonte de informação, apenas demonstra que nenhum ser humano poderia tê-lo escrito sem a ajuda sobre-humana.

Se de fato o Alcorão teve uma origem sobrenatural, ainda somos deixados com a tarefa de encontrar quem foi essa fonte. Bucaille presume que foi Deus. Por quê? Se pararmos e pensarmos um momento, perceberemos que há outros seres sobrenaturais além de Deus. Um destes seres é conhecido na Bíblia como Satanás, assim como no Alcorão.

A Bíblia nos diz que ele está na terra há tanto tempo quanto o homem, tem poder e inteligência muito superiores aos nossos e é o “pai da mentira” (Jo 8.44). Sussurrar alguns fatos científicos nos ouvidos de alguém não seria uma grande proeza para ele. Para dizer a verdade, a Bíblia diz que ele aparece aos homens de tempos em tempos: “porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2Co 11.14).

É interessante que este tenha sido exatamente o temor inicial que Maomé sentiu a primeira vez em que a voz lhe falou.

Notas

1 What Everyone Should Knou Islam and Muslims. Suzanne Haneef. Chicago: Kazi Publications. 1979. Pág. 18.

2 Esta era a população islâmica aproximada quando este livro foi publicado em 1921. Hoje a população muçulmana está estimada entre um bilhão e duzentos milhões.

3 Muhammad and Christ. Maulvi Muhammad Ali. Lahore, Índia: The Ahmadiyya Anjuman-i-Ishaat-i-Islam, 1921. Pág. 7.

1 The Meaning of the Glorious Koran. Mohammed Marmaduke Pickthall. New York: New American Library, 1963. Pág. xxviii.

2 A Bíblia, Alcorão e a Ciência. Maurice Bucaille. Ed. Revista e adaptada Samir El Hayek (S.Bernardo do Campo, Junta de Assistência Social Islâmica Brasileira). Pág. 130.

3 The People of the Mosque. L. Bevan Jones. London: Student Christian Movement Press, 1932. Pág. 62.

4 THE HOLY QUR-AN: Text, Translation and Commentary. Abdullah Yusuf Ali. Qatar: Qatar National Printing Press, 1946. Pág. 401.

5 What Everyone Should Knou Islam and Muslims. Suzanne Haneef. Chicago: Kazi Publications, 1979. Pág. 30.

6 Devido à falta de espaço este argumento não pode ser prosseguido aqui. O leitor poderá escrever para o autor aos cuidados do ICP nos EUA para maiores informações sobre este assunto.

7 Faith Founded on Fact. John Warwick Montgomery. Nashville: Thomas Nelson Publishers, 1978. Pág. 94.

8 Alcorão 3.12; 41.53; 14.13-14.

9 The Religion of Islam. Maulana Muhammad Ali. Lahore, Pakistan: The Ahmadiyyah Anjuman Isha’at Islam, 1950. Pág. 249.

10 Também de acordo com o Alcorão 4.47.

11 Maurice Bucaille A Bíblia, Alcorão e a ciência, Ed. Revista e adaptada Samir El Hayek (S.Bernardo do Campo, Junta de Assistência Social Islâmica Brasileira). Pág. 152.

12 Maurice Bucaille A Bíblia, Alcorão e a ciência, Ed. Revista e adaptada Samir El Hayek (S.Bernardo do Campo, Junta de Assistência Social Islâmica Brasileira). Pág. 151.

A Sede de Matar no Islamismo

Pobres Radicais Islâmicos!

Nós os cristãos não podemos negar os crimes do passado, os papas mandaram matar e isso é fato; Lutero e Calvino também o fizeram (ainda que usados politicamente, mas fizeram). Sabemos que negar esses ocorridos é negar a própria história e ser demagogo com as pessoas. (Até o Papa J. Paulo II veio a publico assumir tais crimes). Ultimamente, lendo e vendo pela mídia, tenho me irritado com os islâmicos ocidentais, pois parece que jogaram fora os escritos históricos mais singelos com relação à história sangrenta do inicio do Islamismo. Acho falta de amor e sinceridade com os “islâmicos radicais” o que os “não radicais” estão fazendo. Acredito que a sinceridade deveria ser aflorada pelos islâmicos ocidentais e um novo islamismo implantado. Agora, dizer que o ocorrido em tantos atentados e em NY-EUA é coisa de fanáticos e fugir da realidade é covardia com os demais islâmicos que, por falta de critérios, são chamados de radicais e loucos. Todo o islamismo é um pouco culpado pelos atentados dos fanáticos islâmicos atuais! Eles não agiram sem ter um contexto histórico para seguir como linha de raciocínio. Sabemos bem que se Maomé ou Mohamed estivesse vivo hoje, provavelmente agiria com os tais radicais. Vamos ser mais honestos com a sociedade ocidental e não querermos “eclipsar” a verdade como fazem os orientais islâmicos. Bem, se o islamismo mudou, graças a Deus e isso é muito bom, mas não culpem os radicais por terem inventado tal radicalismo, pois para isso eles têm precedentes fortíssimos! Estou cansado de observar tantas inverdades sobre os ”miseráveis islâmicos radicais”, eles são vítimas da raiz do próprio islamismo.

O Deus do Evangelho é Maior que Alá

Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo.
Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo Deus?

Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes.

O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo, como mencionei em meu artigo de outubro. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9).

*

Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59).
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Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel.
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Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá.
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Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34).
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Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44).
*

Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4).

Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
O Islamismo Já Existia Antes de Maomé?

Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha".

Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá.

Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia.
O nome Alá já existia antes de Maomé?

Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá".

A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração.
Quem era Alá nos dias de Maomé?

Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos.

No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande".

No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto.
Quais são os Pilares do Islamismo?

Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com seis "pilares".

1.Recitar os dois credos: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno.

2.
Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações.

3.
Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc.
4.Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico.

5.El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji.

6.Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) o sexto pilar.

Queridos irmãos e irmãs, insisto para que orem para que Jesus Cristo possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4).
 
Fonte: A Voz dos Mártires


 

A Covardia do Jihad

RADICALISMO ISLAMISMO - UM PERIGO PARA A HUMANIDADE

O Jihad, ou guerra santa: é a batalha por meio da qual se atinge um dos objetivos do islamismo, que é reformar o mundo. Qualquer muçulmano que morra numa guerra defendendo os direitos do islamismo ou de Alá, já tem sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos que tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou de passar por nenhum risco. Diz o livro santo dos Islâmicos “Alcorão” – “... Matai os idólatras onde quer que os encontreis e capturai-os e cercai-os e usai de emboscada contra eles... Quando, no campo de batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Combatei os que não crêem no último dia e não proíbem o que Deus e Seu Mensageiro (Maomé) proibiram... Até que paguem, humilhados, o tributo (Jyza, uma taxa especial para os que não eram muçulmanos)... E combatei-os até que não haja mais idolatria e que a religião pertença exclusivamente a Deus (Ala)... Sura 9:5; 47:4; 9:29; 8:39” (parênteses nosso). Detalhe, entre os idólatras, estão os cristãos que acreditam na Trindade(Sura 4:171; 5:72-73) que, para os Islâmicos, é idolatria por serem três deuses. A questão não é se há islâmicos radicais e Islâmicos não radicais, ser islâmico já é radical, pois no dorso doutrinário do Islã está o problema. Quando alguém aceita o Alcorão e Maomé como mensageiro de Deus essa pessoa já é um perigo radical. O ocorrido nos EUA nos montra um pouco da ameaça que essa religião pode vir a ser a todo o mundo. Mesmo eu ao escrever estas linhas tremo interiormente, pois sei o quanto o islamismo é perigoso e suicida. Imaginem se no dia de amanhã há uma dissidência entre o nosso governo e algum país islâmico! O perigo que seria para nossa nação! Sem contar o número imenso de missionários que já foram mortos em países islâmicos e o quanto o Islã é contrário à fé cristã. É claro que não devemos odiar ou ter mágoas desses Islâmicos, pois são almas que necessitam do único profeta que pode salvar as suas vidas – Jesus. Acredito que devemos responder as ofensas islâmicas com o grande amor de Cristo. Entretanto, é lógico, que isso não nos exclui de uma responsabilidade em níveis governamentais, pois todos os países do mundo que têm islâmicos devem tomar cuidados extremos, pois nós nunca podemos confiar nessa espécie de religiosos. Para mim o Islamismo é um câncer para a humanidade, sendo que pode destruir os seus seguidores e, na questão terrorista, matar milhares de inocentes. A tentativa de passar uma imagem de pessoas pacíficas e de boas obras que o Islã vem anunciando pela mídia é demagoga e foge de suas verdadeiras raízes que são guerreiras. Que os islâmicos possam seguir os ensinos de Jesus Cristo, pois Ele sim pregou a verdadeira paz: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mateus 5:39).

Evangélicos são atacados covardemente por milícias muçulmanas

Presos assassinos de ataque que deixou três mortos

Quatro assassinos, entre os quais um religioso muçulmano radical, foram detidos depois do atentado contra uma igreja protestante na Província de Penjab (nordeste) ontem, que causou três mortos, segundo informações divulgadas hoje pela polícia.

Os quatro detidos são considerados membros do grupo islâmico proibido Jaish-e-Mohamad, disse o chefe da polícia do distrito de Sialkot, Shahid Iqbal.

Pelo menos três pessoas morreram e dez ficaram feridas ontem à noite quando dois criminosos lançaram explosivos no interior de uma igreja presbiteriana na Província paquistanesa de Punjab (centro do país).

O ataque ocorreu às 20h30 locais (13h30 de Brasília). Os dois criminosos lançaram granadas de mão no interior do templo durante um culto de Natal, disse uma autoridade do Ministério do Interior paquistanês, em Islamabad (capital).


* É ESSE ISLÃ QUE SE PROCLAMA PACÍFICO EM NOSSO PAÍS!?

Fonte: Da Folha de São Paulo

Versos Satânicos

Versos Satânicos é o nome do romance do Indiano Salman Bushdie. O livro não é uma obra escrita de forma aleatória a contar a historia/islâmica, mas de maneira subjetiva e romanceado a experiência de seu autor e sobre sua frustração com o Islã. O que vemos, em linha geral, é uma espécie de romance "ala" Jorge Amado, só que o autor por ser indiano/ex-islâmico vê as coisas de uma outra ótica. O romance é escrito de maneira abstrata/surrealista e mistura fatos, ficções, histórias e estórias. Sua aguda maneira crítica de escrever não deixa ninguém sem ser alfinetado, sobra pra todo mundo: Ocidente, Oriente, Cristianismo, ascetismo, ceticismo e, como era a intenção do autor, o Islamismo. No Islã Salman "bate forte", faz críticas e expõe uma das maiores religiões do mundo. Agora, o autor e sua obra não ganharam notoriedade por isso, mas pelo decreto de morte que foi impetrado. Salman Rushdie foi jurado de morte em fevereiro de 1989 por meio de uma fatwa (edito religioso) impetrada pelo aiatolá Khomeini, dirigente espiritual do Irã. Seu livro Versos Satânicos foi considerado uma blasfêmia contra o Islã. Uma recompensa de US$ 2,5 milhões foi oferecida pela fundação beneficente iraniana Khordad a quem matasse Rushdie. Cerca de 500 iranianos também se dispuseram a vender um dos seus rins para financiar a execução. As palavras do aiatolá: "Informo o orgulhoso povo muçulmano do mundo que o autor dos Versos Satânicos, livro que é contra o Islã, o Profeta e o Alcorão, e todos os que estão envolvidos na sua publicação e estavam conscientes do seu conteúdo, são condenados à morte." O escritor viveu cerca de dez anos na clandestinidade. Até a companhia aérea British Airway considerava um perigo transportá-lo por causa de atentados e seqüestros. A sentença parecia irrevogável. Segundo as leis islâmicas, uma fatwa só pode ser anulada por quem a proferiu. Com a morte do aiatolá Khomeini em junho de 1989, a condenação tornou-se eterna. Em setembro de 1998, o presidente iraniano Mohammad Khatami anunciou que o caso de Salman Rushdie deveria ser considerado completamente encerrado. O governo do país fez uma abdicação formal na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York. A medida fez o Reino Unido reatar relações diplomáticas com o Irã. A ameaça, porém, pode persistir porque o escritor não está livre de ser alvo de um fanático muçulmano. No período em que a fatwa esteve em vigor, livrarias que vendiam Versos Satânicos foram assaltadas e queimadas. O tradutor japonês Hitoshi Igarashi foi morto a facadas nas ruas de Tóquio, em 1991, por um radical islâmico. Outro tradutor, o italiano Ettore Capriolo, sobreviveu a um ataque em Milão. Em outubro de 1993, o editor norueguês William Nygaard escapou com vida depois de levar quatro tiros pelas costas.

O Conteúdo Polêmico do Livro

O conteúdo do livro é muito rico, mas para ser captado é preciso prestar muita atenção nas "entre linhas". "Versos Satânicos", segundo o autor do livro, é o próprio Alcorão com as suas doutrinas e sunas. Uma das denuncias de Salman é de que o livro foi inventado por Maomé e que a revelação vinha sempre segunda as necessidades particulares do profeta e que Gabriel nuca teria aparecido realmente a Maomé, mas que tudo aquilo era fruto de suas alucinações em meio aos seus ataques epiléticos. Outro ponto bastante relevante é a questão de Alá ser um deus entre os muitos adorados em Meca e ter três filhas que eram abascanto da população! Vejam o relato do Livro: "Pensai também em Lat e Uzza, e em Manat... Elas são os pássaros exaltados, e sua intercessão é de fato desejada..." (Versos Satânicos - p. 114 - Ed. Cia das Letras {palavras que teria sido ditas por Maomé}). Parece corroborar com essa tese o ex-islâmico Dr.Salim Almahdy: A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber's, a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração. Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos... No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem cultos". Será que isso teria alguma coisa haver com a ojeriza em que os islâmicos tem com a idéia de chamar Deus de Pai?
Como já disse, o material é muito rico e nesse sucinto comentário não conseguiríamos explanar todo o vasto conteúdo do mesmo. Acredito que vala a pena ser lido e analisado o referido livro com a ótica crítica, pois não passa de uma ficção e por isso não sabemos onde termina o conto e começa a verdade!

Fanatismo Islâmico

Fanatismo Islâmico X Liberdade de Expressão

Sempre compartilhei da opinião do renomado professor Paul Johnson de que o Islã, em todas as suas formas, é radical em si mesmo. Atualmente temos assistido a onda de protestos furiosos pelo mundo devido ao fato de um chargista dinamarquês ter publicado uma caricatura do intocável profeta Maomé. A charge reproduz o rosto do profeta, mostrando a suposta imagem do seu rosto, o que seria um pecado para os islâmicos por induzir a idolatria. O desenho estilizado, também dá ao penteado do profeta o perfil de uma bomba. Esse desenho, segundo os muçulmanos, associa a imagem do Islã ao terrorismo. Realmente a charge é uma afronta, isso é factual, mas também é fato o envolvimento de líderes importantes do mundo islâmico com o terrorismo (cf. 2).

Veja as charges em: www.cacp.org.br/charge%20maome.jpg

Ainda conjecturando, nós poderíamos perguntar: Por que os muçulmanos não se manifestaram contra os ataques ao World Trade Center? Contra os acometimentos a vida de civis na Inglaterra? Contra a chacina na escola em Beslan, na Rússia? Contras os ataques aos turistas em Jacarta, na Indonésia? Enfim, poderíamos fazer uma lista interminável de atentados envolvendo islâmicos e o nome do Islã. A verdade é que diante desses atentados o máximo que vimos foi o contrário do que estamos vendo hoje, pois muçulmanos felizes comemoraram tais atos terroristas (é claro que não todos). Agora, quando alguém resolve destilar uma crítica a esse sistema fascista de religião, o mundo islâmico quer punição a tal pessoa – aliás, punição não, eles querem a morte do infeliz chargista! (cf. 3).

Não vejo motivos para que o chargista seja punido ou morto por isso, ele estava exercendo o direito de expressão e ninguém pode usar da coerção para impor a sua fé ou opinião, até o Alcorão, de maneira contraditória, arenga isso (Surata 2:256). Maomé pode ser um santo para o mundo islâmico, mas se para alguém ele não representa nada disso, tal opinião deve ser respeitada. Além do mais, a hagiografia do profeta Maomé comprova que realmente ele foi um estimulador de prélio, um despótico religioso e que a espada nunca sai de sua mão – vejam o que é dito em seus hadiz e no alcorão:

“Alá me ordenou a lutar contra os idólatras, até que prestem testemunho de que não há outra divindade além do único Deus, e de que Maomé é o mensageiro de Alá; que realizem as orações e paguem o zacat. Se cumprirem isso, terão salvaguardado suas vidas e seus bens de mim”( hadiz - 01).

“Fazei guerra, com sangue e extermínio, a todos que não crêem em Deus (Alá)... Quando encontrardes com os infiéis, matai-os”. (hadiz).

“... matai os idólatras” (Alcorão, surata 9:5).

“Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”. (Alcorão, Sura 2:191).



O islã deve definitivamente reinterpretar essas passagens contextuais e anacrônicas do Alcorão e dos hadiz, imperioso às circunstâncias da fé na Arábia dos séculos VII e VIII, mas que agora, verdadeiramente, incitam homens e mulheres a realizar atos de terror contra civis inocentes e indefesos. E por mais que os muçulmanos não tenham gostado da charge, ela só externa um sentimento que vem sendo corroborado pelos seguidores do profeta – de que o Islã é uma religião perigosa.


Fonte:

1 - El Hayek, Samir; “Ditos e Práticas de Mohammad – o Mensageiro de Deus”; Editado pelo Centro de Divulgação do Islã para a América Latina;

2 – Folha de São Paulo, 4 de Fevereiro de 2006;

3 – Folha de São Paulo, 5 de Fevereiro de 2006;

A Hipocrisia do Sheik Jihad

Campina Grande, no estado da Paraíba, foi mais uma vez palco do Encontro Para a Nova Consciência, o evento encontra-se na sua 15º edição. A Nova Consciência reúne líderes espiritualistas como os: esotéricos, feiticeiros, bruxos, entre outros religiosos do Brasil inteiro, tendo como finalidade a discussão de alternativas ecológicas, sociais e religiosas.

Na mesma cidade também é realizado o Encontro Para Consciência Cristã, que já está na sua 8º edição e é promovida pelos evangélicos. O evento foi criado com o objetivo de edificar as pessoas que querem buscar a Deus, mas que se encontram perdidos no marasmo das religiões. Dezenas de palestras são proferidas e milhares de pessoas têm sido levadas a meditar sobre assuntos espirituais.

Eu havia sido convidado para participar do Encontro Para Consciência Cristã e dentro da minha programação estava agendado uma entrevista em uma emissora de rádio. Qual foi minha surpresa quando encontrei uma das maiores lideranças islâmicas do Brasil, o Sheik Jihad Hassan Hammadeh. Imaginava que ele estava ali pregando ou inaugurando alguma mesquita. Entretanto, a proposta do sheik estar ali não era essa, mas sim proferir palestras no encontro esotérico.

Mas a grande pergunta seria: Qual o problema de um líder islâmico participar de um evento desse tipo?

Antes de responder a tal questão, gostaria de deixar explicitado que o sheik Jihad externou em sua entrevista não corroborar com as manifestações religiosas do encontro esotérico e que estava ali para mostrar e falar o quanto o islamismo é pacifico e tolerante.

A resposta a esta pergunta passa primeiro pelo Alcorão:

“Também vos está vedado fazer adivinhações com setas, porque isso é uma profanação. Hoje, os incrédulos desesperam por fazer-vos renunciar à vossa religião. Ó fiéis... as adivinhações... são manobras abomináveis de Satanás. Evitai-os, pois, para que prospereis” (Surata 5: 3 e 90 – Versão de Samir El-Hayke).

O livro sagrado dos muçulmanos está imperativamente mandando “evitar” as abominações das adivinhações. Sendo assim, na minha concepção alcorânica, nenhum líder islâmico deveria participar de um evento que afronta a fé do Islã. A mesma assertiva é factual com relação ao cristianismo – seria um escândalo um líder, de nome reconhecido no meio evangélico, participar de tal evento espírita. Sabemos, por exemplo, que o pseudopastor Nehemias Marien participou do evento. Se ele ainda fosse reconhecidamente um líder evangélico, seria um escândalo para os cristãos protestantes. Tal fato só não se deu, pois o referido “pastor” foi desligado e afastado pela sua antiga denominação.

 Fonte: CACP - Prof. João Flávio Martinez

Ex-Muçulmano recebe ameaças freqüentes

O reverendo K.K. Alavi, chamado de "um dos mais corajosos cristãos na Índia," é filho de um fiel clérigo islâmico. Desde que entregou sua vida a Cristo aos 21 anos, o reverendo Alavi enfrentou vários atentados contra a sua vida. Por causa de seu ministério entre os muçulmanos, ele recebe numerosas ameaças de morte tanto por telefone como por carta. Quase que diariamente ele é criticado em palestras, boletins informativos e jornais muçulmanos. Grupos islâmicos abriram 11 casos contra ele, e em agosto último, um pistoleiro atirou contra a sua casa. Ultimamente, ele também tem percebido dois homens aproximando dele sorrateiramente.

 

De estatura baixa e com barba espessa, Alavi, de 53 anos, desarma as pessoas com um sorriso sereno e com uma voz grave de cantor. 

                                                                               
 
"No mês passado, alguns repórteres vieram até mim advertindo-me que assassinos estavam do lado de fora para acabar comigo", disse Alavi. "Durante toda a minha vida tenho sido ameaçado por fundamentalistas. Então, não fiquei surpreso em receber esta notícia dos repórteres que estavam me informando secretamente através de uma fonte de um grupo radical islâmico indiano".
 
Apesar das organizações muçulmanas extremistas negarem ter qualquer parte nos atentados contra a sua vida, os policiais e as agências de inteligência confirmaram o envolvimento delas.

Facões e repressão

Oficiais de polícia de alto-escalão pediram para Alavi ser cauteloso já que os grupos extremistas emitiram avisos sobre ataques planejados contra ele.
 
Em Manjeri, uma cidade predominantemente muçulmana no sul da Índia, o reverendo Alavi  pastoreia uma igreja luterana independente, a Missão Nova Esperança para a Índia. Ele também supervisiona um programa de literatura de folhetos, livretos e guias de estudo que mostram os pontos de vista do islamismo sobre o cristianismo.
 
Muitos trabalhos analisam argumentos do Alcorão em favor da violência, comparando-os com abordagens pacíficas do cristianismo. O reverendo Alavi, graduado no Seminário de Concórdia em Nagercoil, escreveu mais de 20 livros e folhetos chamando muçulmanos para entender a essência da verdade dos ensinamentos de Jesus.

 

Em uma área islâmica onde o cristianismo é considerado blasfêmia, o reverendo Alavi levou, pelo menos, 50 muçulmanos - estimativa de até 200 - ao conhecimento salvador de Jesus Cristo. Todos os anos, milhares de interrogatórios chegam. Ao trabalhar fora de sua casa em Calicut, ele encontra muçulmanos curiosos e questionadores que perguntam sobre Jesus.
 
As ameaças contra a sua vida começaram em 1981. "Um grupo de muçulmanos arruaceiros sunitas entrou enfurecido na minha propriedade à minha procura com facões", disse ele. "Eu corri até chegar à delegacia de polícia. Mais tarde, refugiei-me na casa de um advogado hindu". A família do advogado o apoiou e, finalmente, forneceu um acompanhante para ele retornar à sua casa.
 
O reverendo Alavi não tem sido atacado meramente por ser um cristão, disse ele.

 

"Aconteceu de eu ser o primeiro muçulmano em uma cidade muçulmana que ainda converte muçulmanos em tempos modernos", disse ele. "Eles viram claramente que sou uma espécie de ponte para muitos caminharem até Jesus. Eles nunca puderam suportar esta idéia. Desde então, aconteceu de eu ser o seu primeiro inimigo".
 
A Frente de Desenvolvimento Nacional (NDF), um grupo islâmico indiano importante, que emergiu em 1993 após a destruição da mesquita Babri Masjid, lançou várias campanhas públicas contra o reverendo Alavi.
 
Durante as orações, sabe-se que os clérigos muçulmanos usam Alavi como o melhor exemplo de inimigo do islamismo. O reverendo Alavi possui cópias de uma coleção de fitas cassetes - lançadas na Índia e no Oriente Médio - que ultrajam tanto ele como a sua missão cristã.

 

Em 1998, um grupo islâmico incitou vários ativistas a registrar onze acusações contra Alavi, incluindo estupro e fraude.
 
"Tudo foi bem planejado e sustentado pelos renomados advogados apoiados pelos grupos islâmicos", disse ele. "Eles também apresentaram uma mulher que alegava que eu a tinha estuprado".
 
Grupos muçulmanos anunciaram estes crimes por todas as cidades de Manjeri, Calicut, Tirur, entre outras, disse ele. Havia cartazes nas paredes alegando que ele contrabandeava armas. Estes ataques foram difíceis para a sua família, inclusive para a sua esposa Yasmin Alavi, filha de convertidos muçulmanos, que é muito diligente em estender a hospitalidade a centenas de pessoas que vão até a casa de Alavi. O casal Alavi tem três filhos adultos.

 

"Minha família foi abalada, mas eu sabia que o Senhor me protegeria", disse ele.
 
Uma por uma, as cortes retiraram todas as acusações contra o reverendo Alavi. Além disso, a Corte Superior de Kerala ordenou proteção para ele.
 
Ameaças de morte

O reverendo Alavi ainda recebe muitas cartas ameaçadoras de organizações, tais como a Força do Tigre e a Frente Islâmica. Sua igreja foi atacada e a cruz destruída. 
 
A polícia informou ao reverendo Alavi de dois atentados contra a sua vida. Ninguém estava ciente dos atentados até que suspeitos foram revelados ao ser questionados sobre outras acusações. O posto fronteiriço do reverendo Alavi entre os muçulmanos foi violentamente fechado; a Igreja Luterana que apoiava seu trabalho temporariamente transferiu-o para Bangalore a fim de salvar a sua vida.
 
Uma década atrás, um grupo de extremistas islâmicos estava procurando Alavi, enquanto um outro grupo era enviado para assassinar Chekannur Maulvi, professor muçulmano liberal que rompeu com a convenção e desacreditou o fundamentalismo islâmico. Maulvi foi assassinado naquele dia, mas Alavi estava fora de casa e, por isso, foi poupado.

 

"Agora, fontes me alertaram que sou o segundo da lista preparada pelos fundamentalistas muçulmanos NDF", afirma ele.
 
Em agosto passado, enquanto ele ainda estava em Manjeri, alguém atirou na sua casa em Calicut, por volta das 22 horas. "A parede de pedra ainda tem a marca", disse ele.
 
Em uma outra ocasião, enquanto ele estava falando na igreja, havia um homem que segurava uma arma. "Mas ele teve que fugir, quando uma irmã luterana tentou falar com ele", disse ele.
 
Tais provações de um pastor, cujo testemunho é amplamente divulgado, inspiraram muitos muçulmanos indianos a se voltarem para o caminho de Jesus. A sua história de vida, publicada em um livreto intitulado "Fim de uma Busca", está traduzida em 32 línguas e circula em muitas cidades no sul da Índia.
 
Apesar dos perigos, o reverendo Alavi disse que ele tem dispensado a segurança aprovada e oferecida pela justiça.
 
"Posso solicitar segurança da polícia onde eu for, mas acredito que se fizer isso, perderei a proteção dos meus anjos da guarda", disse o reverendo Alavi, que recebeu um diagnóstico de problemas cardíacos. "Então, recusei o apoio do homem e tenho buscado a proteção e o cuidado de Deus. Quem pode me matar se Deus está comigo?"

 

Tradução: Daniela Mendonça 

 Fonte: Compass Direct

Contradições do Sheik Jihad

O debate entre o Pastor Batista Jorge Pinheiro (professor do Seminário Batista de Perdizes) e o Sheik Jihad Hassan Hammadeh (Vice Presidente da Juventude Islâmica da América Latina) ocorreu neste sábado, dia 25 de Maio de 2004 às 20 h no auditório da Bienal do Livro em São Paulo. Na verdade não foi realmente um debate, mas um convite para que cada um dos oradores palestrasse por 40 minutos sobre o tema “Paixão de Cristo”. O evento foi organizado pelo Instituto Cristão de Pesquisas – ICP, editor da Revista Defesa da Fé.

O Pastor Jorge discorreu sobre a problemática da distorção da Palavra Jihad e como o islã tem se encaminhado na direção do fanatismo e incoerência em prol da Guerra Santa. O Pastor classificou a atual teologia do Islã entorno da Jihad como sendo a “Teologia da Morte” e como o Novo Testamento chama os cristãos em Jesus Cristo a promover a “Teologia do Amor e da Paz” no embate com a falta de amor de algumas religiões. Citou vários líderes e teólogos muçulmanos de grande envergadura como responsáveis pela influência negativa, incitando a população ao martírio e terrorismo na promoção da fé islâmica! Encerrou apelando pela paz, a fraternidade e a liberdade religiosa a todos. Apertou a mão do sheik e congratulou-se amigavelmente, numa tentativa de suavizar as fortes conclusões feitas em sua palestra contra o islã. A meu ver foram brilhantes as colocações do pastor, apenas achei que faltou mais ênfase no assunto central que era acerca da Paixão de Cristo e como essa visão se contrasta com a muçulmana e vice e versa.

Vou me deter mais detalhadamente, daqui para frente, na pessoa do Sheik Jihad e sua exposição e respostas dadas à platéia. Também comentarei sobre a conversa que tive com ele após a palestra.
Confesso que desde a época da novela “O Clone” (da Rede Globo), tenho acompanhado o sheik em suas entrevistas pela televisão. Esperava muito encontrar-me com ele. Sinceramente, quando me deparei com o sheik vi nele um tipo de “Padre Marcelo Rossi” na versão islâmica; carismático, falante, gentil e bom orador, porém superficial.

Também achei que os organizadores do evento estavam muito preocupados no sentido de que ninguém fizesse perguntas que viessem a ofender o sheik. Acredito que qualquer palestrante que se habilite a ministrar a uma platéia laica tem que estar disposto a qualquer eventualidade, de ser louvado a ser vaiado, de receber perguntas agradáveis à indagações de mau gosto. Isso faz parte da vida de um palestrante que ministra em um auditório aberto como o da Bienal. Entendo que se os organizadores não quisessem que os seus palestrantes viessem a passar por um eventual constrangimento, então não deveriam abrir espaço para que o auditório fizesse perguntas.

O Sheik foi bastante aplausível em sua exposição e descreveu o fundamental da doutrina islâmica, apesar de ter sido parcial em favor do Islã quando apelou para fatos históricos. Bem, como o Pastor, ele também explicitou pouco do tema proposto. Acredito que isso tenha ocorrido pelo fato de ele ter se sentido obrigado a responder as afirmativas afiadas do Pr. Jorge, afinal de contas havia uma quantidade significativa de islâmicos naquele local e algumas das colocações feitas pelo pastor poderiam colocar dúvidas na cabeça de algum islâmico presente. Estava ansioso para ouvir sobre a questão da crucificação de Jesus da boca de um sheik islâmico. Sabia eu o que os islâmicos pensavam sobre o assunto, que para os teólogos muçulmanos Jesus não tinha sido crucificado (Alcorão, Sura 4:157). Apenas esperava uma forte argumentação, haja vista haver milhares de provas paleográficas de que Jesus realmente passou pelo suplício da cruz. Pensei que ele iria citar algum manuscrito da época de Jesus falando o contrário, mas apenas ouvi uma historinha engraçada – “Jesus, na última ceia... escolheu alguém para ser sacrificado em seu lugar... Deus fez com que as pessoas vissem sobre aquele indivíduo (que aceitou a missão) o rosto de Jesus, por isso as pessoas acreditaram que Jesus havia sido sacrificado, mas ele não passou por esse sacrifício...”, disse o sheik para minha profunda decepção!

Ao término da fala do sheik eu já estava com minha mão levantada e muito ansioso para indagá-lo. Havia tantas perguntas, tantos questionamentos, minha mente fervilhava e eu não sabia o que perguntar ou qual questionamento selecionar. O microfone me foi passado, disse que queria fazer pelo menos duas perguntas, mas o moderador do evento, de maneira muito gentil, pediu para que eu fizesse apenas uma e de maneira objetiva. Lembrei-me que um muçulmano tinha dito ao pastor Jorge, isso na sessão de perguntas do pastor, que o Alcorão não autoriza um muçulmano a matar um cristão, mas a ser amigo. Então, me apresentei ao sheik, e perguntei-lhe como ele explicaria o texto alcorâmico da sura 9:5. Peguei meu alcorão e li: “... matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os...”. Argumentei que na sura 5:71 era dito também que acreditar na Trindade era iniqüidade e idolatria. Então indaguei, já que os cristãos em geral acreditam na doutrina da Trindade, se aquele texto significava que o Alcorão estava mandando matar os cristãos. O sheik muito educadamente e sempre com um sorriso no rosto, questionou-me sobre qual era a tradução do meu alcorão. Informei-lhe que era do romancista e escritor Challita, então ele me disse: “Ah, eu já imaginava, essa tradução não é muito boa”. Apesar de não poder dar réplica, questionei qual era a melhor tradução em português – “A de Samir El-Hayek”, disse ele (é a tradução que coloquei acima). Respondi que eram idênticas e que eu também possuía a tradução de Samir El-Hayek. Percebi então que o sheik não gostou muito do meu questionamento e posicionamento e um tanto constrangido explicou-me que esse mandamento era passado, e que o texto não se aplicava ao contexto atual – “... Esse mandamento Deus deu ao profeta devido a grande perseguição que os muçulmanos sofriam, e na condição de estado, o profeta montou um exército para a defesa... é como no Brasil, nós também temos um exército, mas não é para atacar ninguém e sim se defender... por exemplo, quando os muçulmanos atacaram os Romanos Bizantinos, o fez porque sabiam que o exército de Bizâncio estava pronto para atacar os islâmicos com 120 mil homens... O mandamento foi tão de Deus que com um exercito bem menor os muçulmanos venceram... Mas esse mandamento não é mais para hoje”, disse ele com ênfase. Foi difícil ouvir tudo aquilo e ter que ficar quieto. Eu me perguntava como esse mandamento não valia mais, se ele havia dito na sua palestra, poucos minutos antes, que o Alcorão era a última e única revelação para os muçulmanos, revogando as demais. E o que dizer do fato do próprio Alcorão afirmar que as palavras de Alá são imutáveis? – “Nossas decisões são inexoráveis” (Sura 6:34) e “as promessas de Deus são imutáveis” (Sura 10:64). Também me senti ultrajado quando o sheik arvorou que a expansão islâmica ocorreu sem haver ataque por parte do Islã, apenas contra-ataque - como isso seria possível?

Uma outra pessoa da platéia perguntou o que ele achava dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA e o que ele pensava de Osama Bin Laden – “Os muçulmanos condenam os atentados, como qualquer outra forma de atentado terrorista... Mas quem disse a você que foi Bin Laden que atacou os EUA ou que o atentado foi realizado por algum muçulmano...”, disse. Várias pessoas na platéia bradaram indignadas. Era fato, eu estava vendo um líder islâmico brasileiro defendendo Osama Bin Laden – “Eu mesmo fiz as traduções das fitas, ele não afirma ser o autor do atentado... não há nada que prove ser Bin Laden o autor dos atentados”. Isso foi o que mais me chocou, se o sheik estivesse na Arábia, ou no Afeganistão ou fosse alguém inculto, sem acesso à Internet ou jornais, isso justificaria sua argumentação infundada!

Depois do término das perguntas, que foram poucas, pois o sheik foi bastante prolixo nas suas respostas, tentei falar-lhe mais um pouco à parte. Disse a ele que tinha tanta coisa para falar sobre o tema, principalmente sobre algumas questões históricas que discordávamos, mas que devido ao tempo falaríamos sobre esse assunto via e-mail ou, quem sabe, se ele viesse a palestrar em minha faculdade. (Diante do sheik, achei melhor falar de teologia e não procurar abordar questões geopolíticas sobre o islã.). Mostrei-lhe o livro “O Islam e o Cristianismo” do autor Assamad, editora Makka e perguntei-lhe se o conhecia. Ele acenou que sim. Então lhe disse que esse livro, da página 1 até a 11, afirma categoricamente que os quatro evangelhos bíblicos são falsos, principalmente o de João que teria sido escrito no ano de 115 d.C. Então apontei a página 15 do mesmo livro, onde o autor usa o evangelho de João para argumentar que Jesus Cristo havia profetizado acerca do profeta Mohamed (João capítulo 16 versos 12,13). Questionei como pode um texto, que algumas páginas atrás fora exposto como falso, agora era usado como uma profecia verdadeira para defender a vinda do profeta Mohamed. ISSO NÃO É UMA FALTA DE COERÊNCIA? - Perguntei-lhe. O sheik novamente começou a criticar a tradução, mas mostrei-lhe na introdução do livro que a revisão e adaptação para o português fora feito pelo sr. El-Hayek, que ele havia elogiado como o melhor tradutor do Alcorão para o português. Então sorrindo, apontou o dedo no meu peito e disse: “O autor usou o texto do evangelho de João para convencer você, afinal de contas é verdadeiro para você” e desconversou. Ou seja, se alguma parte da Bíblia é útil para a teologia islâmica, então se passa como verdadeira, se não, argumenta-se que é falsa. Assim é muito fácil!

Devido ao acesso de outras pessoas que queriam conversar com o sheik, resolvi dar por encerrada a nossa conversa. Fiquei com o sentimento de que os muçulmanos carecem muito de fundamentação em sua teologia.

 Autor: Prof. João Flávio Martinez

 
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